Verão 90: O eletricista Patrick acaba na cama de Lidiane

Jovem reconhece a “Pantera”, e os dois fazem sexo quente


  • 01 de fevereiro de 2019
Foto: Globo/João Cotta


Como está na “pindaíba”, Lidiane (Claudia Raia) escolhe qual conta paga em cada mês. E como a última a não pagar foi a da luz, de repente fica tudo escuro no apartamento.

A ex-atriz de pornochanchada tem a ideia, então, de fazer um “gato”, para desespero de Manu (Isabelle Drummond) e Jofre (Luiz Henrique Nogueira). Só que não dá muito certo, e todo o prédio fica sem luz. E ela acaba chamando um eletricista para fazer o conserto...

Essa sequência será exibida a partir do dia 6 de fevereiro.

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LIDIANE ACOMPANHA DE PERTO O TRABALHO DE PATRICK E DEIXA ESCAPAR: "BENZA DEUS"

Manu e Jofre vão buscar uma pizza, e Lidiane fica esperando, entediada, a chegada do profissional, indicado por sua amiga, Dandara (Dandara Mariana). Quando ela ouve batidas na porta, vai até lá com uma vela na mão. “Poxa! Pensei que não vinha mais! Você deve ser o irmão da...”, fala ela, ao abrir a porta, já impactada ao iluminar o rosto de Patrick (Klebber Toledo). “Patrick. Sou eu mesmo. Você é a Lidiane, né?”, diz o jovem.

Logo, Lidi lembra já ter literalmente esbarrado com o moço. E naquele dia, suas pernas tremeram. “Esquece... A gente deve ter se esbarrado por aí... (ela se abana) Ai, tá quente aqui, né? Pera aí! Você é irmão da Dandara?! Irmão mesmo? Você é assim meio...”, começa a falar Lidi. “Descascadinho... Pois é. Daí o apelido de Russo”, fala Patrick, meio sem jeito, explicando que é filho de um Holandês que teve um caso com sua mãe na Bahia, mas quem o criou foi o pai de Dandara.

A conversa continua, mas Patrick quer saber logo onde é o problema. “Onde fica o quadro?”, pergunta. “O quarto?”, fala Lidi. “O quadro... O quadro de luz”, repete ele. “Eu vou te levar lá”, diz ela. O rapaz começa o serviço e Lidiane fica toda derretida ao lado dele. “Benza Deus!”, fala em voz, alta, achando ele um gato, sem se tocar. “Tá tudo bem?”, pergunta ele. “Tá! É que... Eu fiz uma promessa! Pra luz voltar. Obrigado, Senhor! E você não quer... Alguma coisa? Um café, água, uma cervejinha...? Tá calor, né?”, diz ela.

“Eu acho que vou aceitar a água. Tá um calorão mesmo...”, fala o moço. “Não quer mesmo uma cervejinha?”, insiste ela. “Pôxa... Não sou de beber. Uma água mesmo”, fala ele, todo tímido. Quando Lidiane sai, ele começa a andar pela sala com a lanterna. E logo o foco de luz ilumina o cartaz de “A Pantera e o Gatão”. E Patrick reage forte. Ele lembra de ficar vidrado na tela do cinema assistindo ao filme. “Vem, Gatão...! Vem ronronar pra mim, vem...”, lembra ele, do filme.

PATRICK FAZ UM PEDIDO À LIDIANE: "DÁ AQUELE ROSNADO QUE É MARCA REGISTRADA DA PANTERA"

Ainda extasiado, Lidiane retorna com a água. “Patrick... Você tá bem?”, pergunta ela. “Lidi Pantera?! Você é a Lidi Pantera?”, fala ele. “Puxa... Você viu meus filmes?”, diz ela, toda vaidosa. “Várias vezes! Bem que eu sabia que te conhecia de algum lugar! Agora que vi o cartaz me toquei. Lidiane Andrade, a Pantera! Nossa! Tem uma cena sua numa cachoeira que... Deixa pra lá! Parece que esse calor piorou, né não?”, fala ele.

“Muito! Tá demais! (e ela vai virando o copo d’água) Desculpa, bebi sua água. Vou pegar outro co...”, diz ela, que tropeça. Patrick a ampara e eles ficam muito próximos. “Posso te pedir uma coisa... Um pedido de fã...”, fala o jovem, hipnotizado. “Pede”, diz ela, sem tirar os olhos dele. “Dá aquele rosnado que é marca registrada da Pantera?”, pede. Lidiane sorri, e faz o rosnado só para ele.

Do rosnado, ela já o puxa pela gola da camisa. E naquele clima quente, os dois se agarram ali mesmo. Em meio aos beijos de Lidiane, Patrick olha os cartazes dos filmes nas paredes. “Não tô acreditando que eu tô aqui... Na jaula da pantera”, diz. Logo Lidi o cala com um beijo e eles rolam na cama, se entregando ao calor da paixão. Ao fim da transa, cada um cai para um lado, exausto. “Isso foi... foi... Uau...”, fala Patrick ainda sem fôlego.

“Foi”, diz Lidi, entorpecida. “Não acredito que isso aconteceu... Você é a Lidi Pantera...”, fala ele, encantado. “E você é... (ela se toca) O eletricista! (ela se levanta num pulo). Irmão de uma colega de trabalho! Meu Deus do Céu! Onde é que eu tava com a cabeça?! Melhor você ir embora! Se veste, pelo amor de Deus, que assim você me desconcentra! Olha, Patrick, isso não vai se repetir, entendeu? Eu tenho uma filha moça já, tenho um nome a zelar. Foi a primeira e a última vez”, atesta ela.

Nisso, os dois ouvem a voz de Manuzita chegando com a pizza, e entram em pânico. Manuela força a porta. “Mãe? Cê trancou a porta? Quê que tá acontecendo?”, pergunta. “Nada! Você não pode entrar, porque eu tô... Eu tô fazendo uma simpatia aqui”, diz ela, ao empurrar o medroso Patrick para a janela. “Moça, eu não gosto muito de altura”, diz ele. “Fica paradinho aí, enquanto eu despacho a Manu!”, avisa ela.

Ela vai fechar a janela, mas não aguenta e dá um selinho nele. Ele se desconcentra e cai. Sorte que lá embaixo tinha uma caçamba de lixo aberta, que amparou a queda. “Que mulher!”, fala ele, ao pegar sua armação do óculos quebrada.



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