Sidney Sampaio! Após megasucesso do profeta Josué, chega o vilão André

Ator vibra com papel na também bíblica Apocalipse: “Tem outras cores”


  • 11 de janeiro de 2018
Foto: Vinny Nunes


Por Ana Júlia

Após dois anos na pele do profeta Josué, primeiro em Os Dez Mandamentos, 2015, depois em A Terra Prometida, 2016, Sidney Sampaio, volta às tramas bíblicas em Apocalipse, mas agora nos dias atuais, sem túnica, cabelão, barba, deserto...

Mas o desafio não é menor para o ator de 37 anos, pai de Leonardo, de 6, até porque seu personagem, o ambicioso e determinado André Santero, tem um grande desvio de caráter. E ele vai trair o melhor amigo, Benjamin (Igor Rickli).

Como o André, de Apocalipse. Foto: Munir Chatack/RecordTV

Na entrevista, o querido ator, que estreou nas novelas em Malhação, em 2001, e hoje soma mais de 20 trabalhos na TV, relembra também os dias de verdadeiro “popstar” em países da América Latina, como Argentina, por causa do sucesso de Josué.

Com o filho, Leonardo, sua paixão. Foto: Reprodução Instagram

Quem é o André?

Ele trabalha no núcleo de tecnologia, é um grande amigo, 'abre aspas', do nosso protagonista Benjamin. Digo 'amigo', entre aspas, porque ele vai acabar traindo essa amizade, por ambição, por vaidade. Ele tem aí alguns traumas de infância, de adolescência, fica com esse caráter um pouco duvidoso.

Como o Josué. Foto: Divulgação/RecordTV

É um papel bem diferente do Josué, não?

Estou supercontente porque é completamente diferente do meu último trabalho, tem outras cores. É moderno, atual, contemporâneo, e tem essa questão aí do desvio de caráter. Ele praticamente se torna um grande vilão. Então, estou super feliz, a novela está incrível, os efeitos estão maravilhosos, o elenco é esplêndido, a direção super carinhosa com a gente. E a Vivian de Oliveira (autora) está arrasando mais uma vez.

Você viajou muito divulgando Josué na América Latina. Conseguiu descansar um pouco?

Eu dei uma descansadinha, dei uma respirada, de leve, mais ou menos (risos). Mas está bom, eu gosto de trabalhar, me sinto feliz, então isso acaba me renovando as energias e a gente segue em frente.

Como foi receber todo esse carinho lá no exterior?

Algo inimaginável! Cada país que a gente chega e vê a dimensão desse sucesso, do quanto o nosso trabalho atinge essas pessoas e transforma a vida delas. É algo indescritível. Não tenho nem palavras para dizer o quando sou agradecido, o quanto isso me fez bem, me estimula, me incentiva para seguir fazendo cada vez melhor.

Em Malhação, em 2001. Foto: CEDOC/TVGlobo

- Qual a sua relação com religião?

Acredito em Deus, não tenho uma religião. Sou batizado na igreja católica, já frequentei igrejas evangélicas, já passei pelo espiritismo. Não tenho preconceito com nenhum tipo de religião. As pessoas têm que respeitar as crenças, opiniões e escolhas das outras. Acho que o importante é a gente estar conectado com uma energia superior e pedir mesmo orientação, referência. Acredito que religião é uma escolha, onde a pessoa se sente mais à vontade para trabalhar essa crença e dividir isso com quem pensa da mesma maneira. Mas o importante para mim é ter essa fé acesa dentro da gente.



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