Segundo Sol: Nice conquista coração de viúvo sessentão enxuto

Um gentleman, marceneiro se encanta com cozinheira e a convida para tomar sorvete


  • 26 de setembro de 2018
Foto: Reprodução Globo


Nada como um dia após o outro. Aos poucos, Nice (Kelzy Ecard) vai se libertar do marido para lá de machista Agenor (Roberto Bonfim). Em capítulo que irá ao ar em meados de outubro, ela o colocará para fora de casa após ele provocar um incêndio no restaurante de Cacau (Fabíula Nascimento).

Mais segura de si, e também após passar por uma transformação no visual, a cozinheira vai conquistar um pretendente. O moço se chama Vicente (ator ainda não foi divulgado), e será o marceneiro que fará os novos móveis do restaurante.

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CACAU: “ARREBENTANDO CORAÇÕES, HEIN, DONA NICE?”

Assim que vê Nice no restaurante, de cara Vicente já se encanta com a cozinheira. “Eu vi a senhora no programa de tevê e se me permite e liberdade, a senhora é ainda mais bonita pessoalmente!”, diz ele, deixando Nice envergonhada. Papo vai, papo vem, Vicente diz querer provar o famoso molho lambão feito por ela no programa da Ana Maria Braga.

Durante o papo, ele fala sobre a sua vida, diz que ficou viúvo há um ano, e tem cinco filhos. “Fiquei bem uns seis meses sem sair de casa, sem ver ninguém. Mas aí eu entendi que eu tinha que sair, ver gente, seguir com a minha vida”, fala ele. “Sinto a mesma coisa. Tenho que aprender a viver fora da toca, deixar de ser bicho do mato!”, concorda Nice.

Ao fim da conversa, ele a convida para qualquer dia desses tomar um sorvete. E Cacau adora ver o flerte dos dois. “Arrebentando corações, hein, dona Nice?”, vibra ela. “Quê isso, dona Cacau, o moço tava só sendo gentil!”, diz ela.

No outro dia, ele a vê novamente, e já quer falar com Nice. “Muito boa noite, dona Nice, que perfume maravilhoso esse seu!”, diz Vicente. “É só uma aguinha de cheiro de farmácia!”, fala Nice, envergonhada. No fim da conversa, com muito custo, ele a convence a tomar sorvete.

VICENTE PARA NICE: “VOCÊ PARECE UM CAMAFEU, UMA PINTURA ANTIGA, SABE DESSES LIVRÕES DE ARTE, DE MUSEU?”

Os dois se divertem na sorveteria. “Agora eu vou querer um sorvete de pitomba!”, fala Vicente. “Afe Maria, Vicente, já tomamos três sorvetes cada, desse jeito eu vou ficar ainda mais gorda!”, diz ela. “Você é tão linda, por que tá sempre se depreciando, Nice?”, indaga ele. “Ué, mas eu estou gorda, eu sei que estou!”, afirma ela.

Mas o senhor enxuto faz questão de manter a autoestima dela lá em cima. “Pois acho lindo assim! Você parece um camafeu, uma pintura antiga, sabe desses livrões de arte, de museu? Barroca, acho que é assim que se chama! Eu gosto de moça assim feito você, grandona e alegre!”, fala ele. “Você é bem artista, né? Seu trabalho aqui tá uma beleza, de muito bom gosto!”, elogia Nice, referindo-se aos móveis que ele criou da sorveteria.

Enquanto eles conversam, alegres, aparece uma imagem de Agenor passando por ali. Quando ele vê os dois, reage mal, claro. E já chega ignorante tirando satisfação. “O morto nem esfriou dentro do caixão e já tá botando outro macho no meu lugar, Nice? Que safadeza é essa?”, pergunta ele.

Vicente logo imagina que ele é o ex de Nice, e pede para Agenor manter a calma. “Exatamente, sou o marido dessa descarada sem-vergonha!”, esbraveja o machista. Vicente se indigna. “O que não lhe dá o direito de falar assim com ela!”, diz, firme. “Deixe, Vicente, que sei me defender! Eu não sou mais sua mulher, Agenor, não tenho mais nada com você, estamos separados, eu vivo só!”, fala ela.

E Agenor continua ofendendo Nice. “Tá aprendendo a fazer programa com sua filha, tá? Agora estou vendo de onde Rosa puxou a sem-vergonhice!”, acusa. Vicente se levanta e encara Agenor. “Chega! Que homem grosso, que cavalo, saia daqui ou chamo a polícia!”, avisa ele.

A discussão continua, mas para evitar mais confusão, Vicente pega Nice pelo braço e vai saindo com ela. E Agenor continua ali, esbravejando, sozinho.



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