Segundo Sol: Agenor assusta Nice com atestado falso

Em casa de repouso, ex-garçom diz estar muito doente e se nega a dar o divórcio


  • 13 de outubro de 2018
Foto: Reprodução Globo


Segundo Sol está em sua reta final, e Agenor (Roberto Bonfim) não para de aprontar. Em uma casa de repouso paga por Nice (Kelzy Ecard), ele suborna uma das enfermeiras, e toma até cerveja lá.

Mas nas visitas de Nice, com toda a sua cara de pau, ele se mostra adoentado, fragilizado, como acontece em capítulo que será exibido a partir do semana do dia 29 de outubro.

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NICE PARA AGENOR: “VOCÊ PARECE CURADO, TODO SERELEPE, SACUDIDO”

Agenor joga carta na casa de repouso quando a enfermeria Cleide o chama discretamente num canto. “Aqui, o atestado falso que afirma que você está mesmo doente do coração”, diz ela. “Mas é verdade, Cleidinha, meu coração fica fraquinho cada vez que chego perto de você, um dia ele arrebenta de tanto amor!”, fala o crápula do ex-garçom.

O machista pega a mão da enfermeira e a coloca sobre o seu peito, mas logo ele vê Nice chegando, e disfarça. A cozinheira leva um pote com biscoito para ele. “Ô, Nice, você taí, minha filha? Pode ir descansar, enfermeira, que agora minha ex mulher vai cuidar de mim”, diz ele. Cleide sai. “Acho que nem disso você precisa, parece curado, todo serelepe, sacudido!”, percebe Nice.

Logo, ele começa a fazer cena. “Você quer me ver morto, né, Nice? Só vem aqui pra arengar comigo, pra me espezinhar, me largou aqui nessa casa de repouso como se eu fosse um bagaço de laranja, um caroço de manga, mas não sou lixo não, merecia mais consideração de sua parte, sou seu marido, Nice!”, choraminga ele.

E Nice tenta entrar novamente no assunto do divórcio. “Pois taí, tocou justamente no assunto que vim ter com você, eu não me considero mais sua mulher, nós estamos separados e eu quero o divórcio”, pede ela. “Nunca”, fala ele, firme.

AGENOR ENTREGA ATESTADO FALSO SOBRE SUA SAÚDE E ASSUSTA NICE

A cozinheira tenta argumentar. “A gente não tem mais condição de ficar junto, Agenor, já faz tempo que não somos mais um casal”, diz. “Eu nunca vou lhe dar o divórcio, aos olhos de Deus somos marido e mulher até que a morte nos separe”, afirma ele. “Você nunca foi religioso, não venha com essa pra cima de mim!”, ironiza Nice.

Logo, ele quer saber o motivo de tanta pressa. “Por que essa agonia agora de querer se divorciar de mim, Nice? É pra ficar se esfregando naquele sujeitinho que tava pagando sorvetinho procê?”, indaga ele. “E se for? Ele, ou outro, eu tenho direito de tentar ser feliz! Minha vida não tem mais nada a ver com a sua! E você também tem direito de correr atrás de quem quiser, dessa enfermeira aí, mesmo, a gente ainda pode ser feliz no amor, Agenor, pense bem!”, avisa ela.

Mas ele continua se fazendo de coitadinho. “Eu nem tenho mais saúde pra isso, Nice...”, fala ele, antes de mostrar a ela o atestado falso. “Você não acredita que eu tou doente... Eu pedi pro doutor escrever! Já que você gosta tanto de um papel, fique com esse atestado! Leia, veja como estou doente, e se quiser apressar a minha morte, continue pedindo o divórcio, assim se vê livre de mim com um atestado de óbito! Quero ver é ser feliz com uma morte nas costas...”, diz.

O malandro vai se afastando, gemendo, mancando, fazendo todo o seu teatro de sempre. Nice fica ali, parada, mal, com o envelope na mão.



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