Salve-se Quem Puder: Téo emociona Luna ao narrar como salvou uma menina no furacão

Na sessão de fisioterapia, o diretor nem imagina que está diante da jovem


  • 18 de fevereiro de 2020
Foto: Montagem


Depois de ser repreendida por Helena (Flávia Alessandra) após ela flagrá-la mexendo em sua Virgem de Guadalupe, finalmente Luna (Juliana Paes) encontra paz diante de Téo (Felipe Simas).

E a sessão de fisioterapia acaba com os dois em prantos após o diretor narrar como ele salvou uma menina do furacão, no México.

Essa sequência deve ser exibida no dia 26 de fevereiro.

LUNA A TÉO: “MEDROSO? UMA PESSOA QUE SE ARRISCA TENTANDO SALVAR UMA DESCONHECIDA NO MEIO DE UM FURACÃO? CÊ PODIA TER MORRIDO...”

Luna faz fisioterapia no rapaz. Em determinados exercícios, ela o ajuda. “Olha, cê me fez suar mais que o Alê”, diz o diretor. “Mas tá na hora de parar. Já suou o suficiente por hoje”, avisa Luna. O rapaz reclama que o tempo passou rápido. A jovem o elogia por sua aplicação. “Dá pra ver que quer se recuperar rápido. Mas lembra que a fisioterapia que a gente tá fazendo não é o que vai te livrar da cirurgia na coluna”, afirma ela.

Téo diz que sabe. “Tou ligado que se a medula não desinchar sozinha vou ter que entrar na faca. Mas tenho esperança que vai rolar. Tou contando com você pra me ajudar”, fala. Luna diz que o importante é que ele não desanimou. “O emocional conta muito”, diz. Nisso, o diretor fala que nunca teve medo do perigo. “Sempre curti esporte radical. Mas saber que talvez precise de cirurgia. E que tem chance de ficar paralisado... Aí pegou pra mim... Tá me achando medroso, né?”, pergunta ele.

Luna o encara. “Medroso? Uma pessoa que se arrisca tentando salvar uma desconhecida no meio de um furacão? Cê se machucou feio, podia ter morrido...”, lembra ela. “Mas não morri. E não me arrependo de nada!”, garante ele. Nesse momento, entra um clipe com imagens de Téo salvando Luna no furacão. “Fiz o que tinha que ser feito. Não consegui ver o rosto da garota. Tava escuro, chovendo, ventando demais. Mas eu senti que ela precisava de mim”, conta.

Téo continua sua lembrança. “Senti que a vida dela dependia da minha ajuda... E quando ela falou que o pai precisava dela...”, fala. Luna está visivelmente emocionada, Téo também. “Aquilo me tocou de uma maneira, Fiona... Olha como eu fico quando falo desse assunto”, diz, com os olhos molhados.

TÉO SE COMOVE DIANTE DE LUNA: “CÊ FALANDO DESSE JEITO, É COMO SE AQUELA GAROTA TIVESSE ME AGRADECENDO, AQUI, AGORA... ME DEU UMA PAZ”

Luna quase não consegue falar. “Cê foi um herói, Téo! Tenho certeza que essa garota lembra assim de você. Um anjo que salvou a vida dela”, fala. Téo mostra-se angustiado. “Só queria saber se ela sobreviveu. Se tá viva, se tá bem. Pra ficar tranquilo... Aí pode vir cirurgia, paralisia, o que for. Que eu vou saber que o meu sofrimento valeu a pena. Porque eu salvei a vida dela”, diz o jovem. Luna não aguenta e chora. Ela se vira, mas Téo se assusta. Ele pega as muletas e se aproxima dela. “Fiona, que foi? Cê tá chorando?”, pergunta.

Ela limpa as lágrimas, de costas para o diretor. “Fiona, diz alguma coisa. Tá passando mal? Quer que eu pegue uma água?”, pergunta, preocupado. A fisioterapeuta se desculpa. “Imagina, chorar desse jeito, que vergonha”, fala. Luna tenta desconversar. “É que... Eu sou manteiga derretida, mesmo. Choro por qualquer coisa. E isso que cê disse, que o seu sofrimento valeu a pena se a garota sobreviveu. Isso... Me comoveu muito”, fala ela.

Cuidadoso, Téo lima uma lágrima dela. “Não precisa ter vergonha, essa lágrima aqui, ó... Só mostra que cê tem coração. Que consegue se colocar no lugar dos outros”, afirma ele. “É. Acho que consigo me colocar no lugar dessa menina, sim”, fala ela. Téo sorri. “Olha, já contei essa história pra todo mundo, pra minha mãe, minha irmã, pra Úrsula. Mas cê foi a única que se emocionou desse jeito. Como se soubesse o que eu senti naquele momento”, diz.

Luna afirma que talvez saiba. “Quer dizer, acho que eu consigo imaginar. Sabe, se eu fosse essa garota. Quase morrendo naquele furacão, desesperada. Ia te agradecer pro resto da vida, por ter me salvado. Você foi... Alias, é... Um ser humano muito especial”, fala. Téo mostra-se admirado. “Cê falando desse jeito, é como se aquela garota tivesse me agradecendo, aqui, agora. Me deu uma paz”, diz. Os dois trocam olhares intensos, mexidos. Até que Enéas (Giordano Bechelini) surge quebrando o clima. Ela se despede com um tchauzinho tímido. O diretor fica olhando ela sair, sorrindo. Ela se vira e fica sem graça ao ver que ele a olha, e sai...

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