Salve-se Quem Puder: Helena readmite Luna após saber de ato nobre da jovem

E Téo faz uma proposta irrecusável à fisioterapeuta


  • 12 de fevereiro de 2020
Foto: Globo/João Miguel Junior


A cada dia, Luna (Juliana Paiva) fica mais próxima da mãe, Helena (Flávia Alessandra).

Depois de ser destratada pela ricaça, graças a Téo (Felipe Simas), a jovem será readmitida no Empório e ainda trabalhará na casa da família de Helena.

Essa sequência deve ser exibida no dia 20 de fevereiro.

HELENA FALA DE LUNA E A JOVEM ESCUTA: “TEM ALGUMA COISA NESSA GAROTA QUE ME PERTURBA. ELA ME OLHA DE UMA MANEIRA... ME DÁ ATÉ CALAFRIO”

Téo discute com a mãe e com Úrsula (Aline Dias) após vê-las destratar Luna no restaurante. Demitida por Baggio (Amauri Reis), a jovem, chorando, foi ao banheiro trocar de roupa. “Tem alguma coisa nessa garota que me perturba. Ela me olha de uma maneira... Me dá até calafrio”, conta a ricaça. Nesse momento, eles não percebem que Luna se aproximou. “Não precisa mais se preocupar, dona Helena...”, diz a jovem. Todos se viram, surpresos. “Tou indo embora do Empório. Agora”, diz ela.

O diretor pede para ela esperar. “Eu mesmo vou falar com seu Baggio”, avisa ele. “Obrigado, mas... Não quero ficar. Não quero que ninguém tenha calafrios por minha causa. Com licença”, diz ela, que vai saindo. Helena sente a indireta. Téo pega as muletas e sai, determinado, atrás da jovem. Luna caminha e segura as lágrimas. “Devia ter escutado meu pai. Que que eu tinha que procurar ela?”, fala a si. “Fiona, espera”, chama Téo, que se aproxima dela. Ele quase se desequilibra. “Por que cê tá correndo? Tá querendo cair de novo?”, diz Luna.

Téo sorri. “Se eu cair, cê tá aqui pra me ajudar. Que nem da outra vez”, lembra. E o diretor a surpreende com uma proposta. “Cê não é fisioterapeuta?... Adiei a minha cirurgia. Preciso continuar com a fisio. Tentar recuperar os movimentos do pé direito. Do calcanhar...”, explica ele. “Cê não pode tar falando sério. Não posso trabalhar pra você”, diz ela. Téo fala que no dia em que ela o socorreu, mostrou-se muito competente. “De cara entendeu qual era o meu problema. Foi honesta sobre os riscos da cirurgia. Mostrou... Atitude”, afirma ele.

A jovem está atônita. “Fiona...Não foi você que disse que eu merecia um final feliz? Por que me machuquei tentando salvar uma garota num furacão?”, lembra ele. “Foi... E você... Merece mesmo...”, diz ela. “Então me ajuda a me recuperar. Não quero fazer essa cirurgia”, insiste ele. Comovida, Luna não responde. Nisso, Helena aproxima-se dos dois. “Téo! Vamos já pra minha sala!”, pede. “Tou conversando com a Fiona, não tá vendo?”, diz ele, ríspido. “A conversa vai continuar lá em cima... Com vocês dois!”, avisa a ricaça, seca.

AO LADO DE LUNA, TÉO CONTA PARA HELENA: “A FIONA JÁ TEM OUTRO EMPREGO, NA ÁREA DELA. ELA VAI SER MINHA FISIOTERAPEUTA”

Já no escritório, Luna fica desconcertada ao estar perto da mãe, que mostra-se altiva. “Estou disposta a passar uma borracha no que aconteceu no evento. Você com certeza entrou no Empório pra procurar emprego... Saiu de casa sem se alimentar... Foi o que você disse naquele dia, não foi?”, questiona ela. Luna confirma. “Não era minha intenção, não queria causar problema”, fala. “Tá vendo, dona Helena? Nada como uma conversa civilizada. Sem tirar conclusões precipitadas. Fiona, em nome da minha família. Peço desculpas pelo jeito que te trataram”, diz ele.

Helena avisa que ele não precisa se desculpar em seu nome. “A Fiona deve entender que toda aquela situação foi muito estranha. Qualquer pessoa no meu lugar ia suspeitar. Não é?”, fala a ricaça. Luna fica em silêncio. E Helena desvia o olhar incomodada. “Bom, chamei você aqui pra dizer que... Já falei com o Baggio... Pode continuar cobrindo as folgas dos garçons da cantina”, avisa. Mas Téo se intromete. “Aí é que tá, a Fiona não vai poder”, conta. 

A empresária diz que Fiona não é obrigada a nada. “Só ofereci o emprego de volta pela atenção que ela teve com você quando caiu da escada”, diz. “Não é isso, não. É que a Fiona já tem outro emprego, na área dela. Ela vai ser minha fisioterapeuta”, conta. A empresária reage, contrariada. Téo explica que Fiona lhe atenderá nos dias em que seu fisioterapeuta não for. Helena questiona se ela é formada. Logo, Luna mostra seus conhecimentos. “O Téo me disse que teve uma fratura de L5 sem deslocamento significativo. A L5 é uma das vértebras da coluna lombar. Não sei se a senhora está familiarizada com esses termos”, fala a jovem, segura.

Téo se mostra vitorioso para Helena, que fica sem graça. “É claro que a fisioterapia não vai fazer um milagre. Se o edema não diminuir e continuar comprimindo a medula, o Téo vai ter que fazer a cirurgia. Mas se ele quer esperar pra ver se o corpo reage, a físio vai ajudar na recuperação da parestesia transitória do pé direito”, explica a moça. “Você parece que entende mesmo do assunto”, diz Helena. Mas ela continua tentando fazer Téo desistir da ideia. “Se eu não for boa, vocês podem me demitir, e eu fico só na cantina. Fica bom assim pra senhora?”, pergunta. Helena continua contrariada, mas sabe que nada fará Téo mudar de ideia.

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