Orfãos da Terra: Ali e Sara sofrem com o fim do namoro

Ele ainda acusa a jovem de zoar dele junto com Abner


  • 05 de maio de 2019
Foto: Reprodução Globo


Desde a descoberta de que a sua Maria, na verdade, se chama Sara (Verônica Debom), Ali (Mouhamed Harfouch) não quer saber de falar com a ex.

Os dois sofrem com o término, até que o descendente de palestinos flagra Sara dando risada com Abner (Marcelo Médici).

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Na floricultura, Sara está aérea, deprimida. Ela prepara um arranjo num vaso de vidro, que deixar cair. “Não! Nada dá certo pra mim. Eu não sirvo pra nada”, desabafa ela, que cai no choro. Eva (Beth Gofman) e Abner vão ajudá-la. “Se machucou, filha? Cortou alguma coisa?”, pergunta Eva. “Não, por fora não. Mas aqui por dentro, eu tô que nem esse vaso: só caquinhos”, fala.

Eva tenta confortar a jovem. “Filha, não fica assim. Sai um pouco, vai arejar a cabeça. Dar um passeio, sei lá”, aconselha. “Ó só, tá na hora do almoço. Por que a gente não vai comer um sanduíche?”, convida Abner. Já na casa de chá, Ali está macambúzio, servindo um casal, quando, destraído, deixa transbordar a xícara de chá. “Mil perdões! Onde eu estava com a cabeça!”, diz.

 

 

Muna (Lola Fanucci) se aproxima. "Deixe, Ali. Por favor, desculpem. Vou pegar outro chá e limpo aqui”, diz ela, que se aproxima do irmão no balcão. “Você não tá com cabeça pra trabalhar. Vai dar uma volta. Deixa que eu toco o salão”, pede. Ele sai se arrastando, e Mamede (Flávio Migliaccio) percebe. “Não é justo meu neta assim!”, fala o senhor a si mesmo.

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ALI À SARA: “ ABRI MINHA CASA, MEU CORAÇÃO, TUDO PRA VOCÊ. E VOCÊ SÓ MENTIU, ME ENGANOU. QUER SABER? VÃO PARA A SINAGOGA PARA VER SE EU TÔ LÁ!”

Abner e Sara comem sanduíche na pracinha, próximo a um food-truck. O lanche de Sara está intacto. “O sanduíche tá dos deuses. Por que você não tá comendo?”, pergunta Abner. “Não desce”, fala a jovem. “Bom, se você não vai comer...”, o judeu logo pega o sanduíche para ele. Abner come com tanto ímpeto, que derruba maionese e molho na roupa. Sara não resiste e dá uma risada. “Não tem comida em casa, não, Abner?”, que saber ela.

Abner consegue arrancar outro sorriso de Sara. “Tem. Mas é só comida a sério. Arroz, feijão, bife. Comida, se não meleca, não tem graça”, diz ele, que deixa cair mais comida na roupa. E os dois riem juntos da situação. Nesse momento, Ali passa e flagra a cena. “Tão se divertindo juntos, né? Rindo de mim? Podem rir mais. O idiota tá aqui!”, fala ele. “Ali...”, surpreende-se Abner.

E Ali se diz decepcionado com o então, amigo. “Você, hein, Abner?! É tão falso quanto ela. Planejaram tudo juntos, né? Fingiam que estavam de picuinha, mas era tudo pra se divertir com o palestino otário aqui!”, acusa. “Não foi nada disso, Ali. Você não tem o direito de...”, tenta falar Sara. Ele a corta, ríspido. “Não tenho o direito de quê? Depois de tudo que vocês fizeram comigo?”, diz. “Você não entendeu nada. A Sara te ama, cara. Ela tá arrasada”, conta Abner.

“Não é o que parece. Quer saber? Vocês são judeus, que se entendam”, diz ele. “Você nunca foi assim, preconceituoso”, fala Sara. “O que você sabe de mim? Você nem me conhece direito. Não, espera aí. Conhece, sim! Eu é que não te conheço. Por que eu abri minha casa, meu coração, tudo pra você. E você só mentiu, me enganou. Quer saber? Vão pra sinagoga para ver se eu tô lá!”, afirma ele, que sai furioso.

 

 

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