O Tempo Não Para: Samuca se empolga com “sogro” Dom Sabino

Em meio à caça da cobra coral, empresário vê casamento com Marocas mais próximo


  • 08 de novembro de 2018
Foto: Reprodução Globo


Após a trágica morte do vilão Emílio (João Baldasserini) picado por uma cobra coral, em plena Samvita – uma armação de Betina (Cleo) que teria como alvo Marocas (Juliana Paiva) - a preocupação agora de todos na empresa é encontrar o animal.

À frente da empreitada, o experiente Dom Sabino (Edson Celulari), com a ajuda de Menelau (David Junior) e Cecílio (Maicon Rodrigues). Mas no meio dessa confusão toda, Samuca (Nicolas Prattes) ouve o que gostaria de ouvir há muito tempo da boca do pai de Marocas.

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SABINO: “SAMUEL, VOCÊ TEM CORAGEM, MAS É UM CITADINO. UM PISÃO EM FALSO E VOCÊ VAI FAZER COMPANHIA PARA O BACHAREL”

Ainda no hospital, após receberem a notícia da morte de Emílio, Samuca quer saber se já acharam a cobra na Samvita. Dom Sabino diz que não, mas que já vai resolver isso. “Samuca... Vamos pedir que liguem o sistema de ar condicionado na temperatura mais baixa possível”, diz Sabino. “Por quê?”. “Porque as cobras têm sangue frio. A víbora deve procurar um lugar quente para se esconder”, explica Marocas.

Já no prédio da Samvita, Menelau (David Junior) organiza a saída dos funcionários. Logo, chegam Dom Sabino chega e Samuca. “Deixa que eu me responsabilizo pela caça à víbora, Samuel”, fala Sabino. “Melhor sair todo mundo e tocar fogo no prédio! A coral mata um...”, fala Menelau. “Já tivemos uma baixa, Menelau. O bacharel não resistiu”, conta Sabino. Menelau faz o sinal da cruz. Nisso, Cecílio (Maicon Rodrigues) vem do interior do prédio, tenso. “Palmilhei esse lado todo e não achei nada. Nem rastro da bicha”, diz ele.

“Eu posso olhar de novo”, prontifica-se Menelau. “Não é preciso. Confio em Cecílio. Vamos vasculhar outras partes da propriedade”, ordena Sabino. “Eu procuro com vocês”, fala Samuca. “Você não está habituado a lidar com uma serpente. Vá cuidar dos seus, que estão em pânico”, pede o pai de Marocas. “Eu posso ajudar. Fiz curso de salvamento na selva”, insiste o jovem. “Samuel, você tem coragem, mas é um citadino. Um pisão em falso e você vai fazer companhia para o bacharel”, diz Sabino.

“Duvido. Aquele lá foi pro inferno”, intervém Menelau. “Não quero que meu futuro genro arrisque a vida! Vamos, Menelau! Cecílio”, fala Sabino, logo entrando com os dois na empresa. E Samuca fica ali, confuso com o que ouviu: “Alguém mais aqui ouviu? Dom Sabino sugeriu que eu e a Marocas... Caramba!”, fala Samuca para si, com um sorriso no rosto e pensativo.

SAMUCA À MAROCAS: “DOM SABINO DISSE QUE NÃO QUERIA ARRISCAR A PELE DO FUTURO GENRO... JURO QUE ELE DISSE ISSO”

Em frente a Samvita, uma aglomeração de pessoas, entre funcionários e curiosos. Marocas chega e vai até Samuca, preocupada. “E então, Samuca... A víbora já foi capturada?”, quer saber ela. “Seu pai, o Menelau e o Cecílio estão procurando pela empresa”, diz ele. “Ao menos os funcionários estão todos aqui fora, em segurança”, fala ela.

“Eu queria ir junto na caçada, mas Dom Sabino disse que não queria arriscar a pele do futuro genro”, fala ele, que sorri, brincalhão com Marocas. “Futuro genro... Juro que ele disse isso”, repete o empresário. “Samuel... Não é hora para chalaças”, fala uma séria Marocas. Imediatamente, o jovem fica sério também. Mas sorri de novo e dá um beijo rápido nela. “Desculpa, você tá certa”, diz ele.

“Vou lá dentro ajudar a encontrar a víbora. Eu fui a única que a vi. Mesmo que rapidamente”, avisa Marocas. “Não! Nem a pau!”, ordena Samuca, cuidadoso com sua amada. “Ela já picou, está exaurida. Samuel, eu tenho experiência com serpentes”, explica ela. “Não... por favor... Por mim!”, suplica ele, na hesitação de Marocas.

Nesse momento, a câmera mostra Damásia (Aline Dias) trabalhando na cozinha da Samvita. “Cadê esse povo que não volta mais? Vou ter que cozinhar sozinha hoje”, diz ela. Logo, foca na cobra coral se arrastando perigosamente aos pés de Damásia. Ela ouve a voz de Dom Sabino, suave e firme. “Fique onde está... Não se mova... Não olhe para o chão”, diz ele. “Ué, por quê?”, quer saber ela.

A jovem vê o bicho e solta um grito. “Minha Nossa Senhora”, diz, apavorada. Com a voz segura e tranquilizadora, Sabino diz para ela se acalmar e não gritar outra vez. Dom Sabino, então, olha em volta e vê uma peneira grande, a pega, devagar. E num clima de tensão e medo, a coloca em cima da cobra. Ele pede para Menelau pegar um pote, ergue habilmente a peneira, e captura a cobra no pote. “Pronto. Ela está assustada”, diz ele. “Tão miudinha e tão fatal”, fala Menelau.

Damásia chora sem parar, e se ampara em Dom Sabino. Logo, eles mostram o animal capturado a Samuca e Marocas. “Agora estamos bem, com a graça de Deus”, agradece Marocas.



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