O Tempo Não Para: Samuca confronta o pai pela primeira vez

Marocas apoia amado, diz que eles são um só e jamais vai deixar que algo o machuque


  • 03 de dezembro de 2018
Foto: Reprodução Globo


Samuca (Nicolas Prattes) ficará pela primeira vez frente a frente com o pai, Livaldo (Nelson Freitas) que o abandonou ainda bebê.

Ele, Marocas (Juliana Paiva), Carmen (Christiane Torloni) e Dom Sabino (Edson Celulari) chegam ao apartamento de Amadeu (Luiz Fernando Guimarães) onde está Livaldo. Essa sequência está prevista para ir ao ar nesta terça-feira dia 4 de dezembro.

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LIVALDO PARA SAMUCA: “PODE ME BATER. VAI LÁ, EU MEREÇO. EU SOU UM COVARDE”

Todos deixam a sala e ficam só Samuca e Livaldo, ainda usando roupa de mulher na tentativa de cruzar a fronteira do Paraguai. “Por que foi que você largou a minha mãe, abandonou a gente?”, pergunta na lata o empresário. “Samuca... tem coisas que a gente não consegue explicar”, fala Livaldo, tentando ser sincero. “Eu imagino como é que um cara se manda e deixa um filho de menos de um ano de idade? Um bebê!”, diz o empresário.

Nesse instante, Livaldo pede perdão ao filho. “Você tinha que pedir perdão pra minha mãe. Ela é que teve que ficar no seu lugar”, fala o jovem. “Eu não entendo, você queria que eu voltasse, não é?”, pergunta o malandro. “Eu já nem sei mais”, afirma Samuca. “Você tem os olhos da sua avó”, tenta quebrar o gelo Livaldo. “Avó que eu não tive chance de conhecer”, diz Samuel.

“Meus pais tentaram, Samuca, mas a Carmen não deixou”, tenta explicar ele. “Não fala da minha mãe”, pede o jovem. “Desculpa”, diz ele. “É inacreditável a sua cara de pau. O que cê tá fazendo com esse vestido? É ridículo!”, fala Samuel. “É uma longa história”, Livaldo. “Pode começar a falar. Você teve 20 anos pra fazer isso, mas preferiu fugir”, ressalta o jovem. Livaldo, em seguida oferece o rosto. “Pode me bater. Vai lá, eu mereço. Eu sou um covarde”, diz ele.

Mas Samuca se incomoda. “Não, a minha mãe já fez isso”, fala o jovem. Livaldo ainda tenta se explicar, diz que acompanhava à distância as notícias sobre ele, mas Samuca sai. “É melhor eu ir embora, amanhã a gente se fala”, diz ele.

MAROCAS CONFORTA SAMUCA: “VOCÊ E EU SOMOS UM SÓ. EU JAMAIS VOU DEIXAR QUE NADA O MACHUQUE”

Marocas chega com Samuca na mansão dos Sabino Machado. “Samuca, você não falou nada o caminho todo”, diz ela. “Cê acha que ele parece comigo?”, pergunta o jovem. “Você não usa saias”, tenta brincar a jovem. “Marocas, só você consegue me fazer dar risada numa hora dessas”, diz ele, que a beija com delicadeza. “Você me perdoa?”, pergunta ela. “Pelo quê?”, quer saber ele.

“Primeiro, por ter rompido com você, ido de encontro aos meus sentimentos...”, fala ela. “Isso passou, a gente vai se casar”, diz ele. “E por ter insistido em trazer o seu pai de volta. Eu achei que ia ser bom pra você. Considerei que seria necessário, para encerrar um ciclo, para que essa página de sua vida fosse virada. Eu jamais quereria ter magoado você, Samuel”, fala ela.

“Eu sei. Não tem nada do que se desculpar”, afirma o jovem. “Você e eu somos um só. Eu jamais vou deixar que nada o machuque”, promete ela. “Eu também...”, diz ele. Os dois se beijam, apaixonados. No outro dia, cedo, Samuca vai até a casa de Amadeu, e Livado leva um susto. “Eu te trouxe uma muda de roupa. Você vem comigo”, fala Samuca, que logo deixa o pai em seu apartamento.

Depois o jovem chega na Samvita e procura com Carmen. Ele pergunta porque ela o impediu de voltar para vê-lo quando era mais novo. “Pra te proteger, meu filho. O Livaldo sempre foi um leviano, um inconsequente. Sempre envolvido com jogos de azar. É um cara difícil de lidar. Não queria que você sofresse com um pai desses por perto”, diz ela. “Mas agora eu sou bem crescidinho”, diz ele, na boa.

“Quer dizer que ele tá hospedado no teu apê?”, pergunta ela. E ele responde, meio sem jeito, que sim. “Você não tem que me explicar nada, filho”, fala Carmen. “Ele acabou de chegar. Tô dando uma força”, diz o jovem. “Tá certo, querido. O cara te largou no mundo, sem um centavo, sem um abraço, sem um beijo, sem nem falar “tchau” e você ajudando ele. Eu tenho muito orgulho de você, Samuel”, fala Carmen, que beija o rosto do filho, carinhosa.



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