O Tempo Não Para: Samuca confronta Emílio sobre Marocas

Jovem é ovacionado por funcionários, inclusive a ex, para voltar ao comando da Samvita


  • 04 de outubro de 2018
Foto: Reprodução Globo


De bobo, Samuca (Nicolas Prattes) não tem nada. O jovem empresário sabe muito bem a fama de Emílio (João Baldasserini). E assim que descobre o rombo que ele deixou na Samvita, vai pessoalmente tirar satisfações com o vilão, em capítulo que será exibido na semana que vem.

Assim que entra no escritório dele, Samuca avisa, firme. “Emílio, eu vim te dar um aviso. Eu vou te botar na cadeia por roubo e má-fé...”, diz. “Porque eu roubei o coração da Marocas?”, fala cínico, o malvado. “Porque você causou um rombo histórico na Samvita. Você sangrou a empresa enquanto tramava contra ela, defendendo a ação que o Dom Sabino tava movendo”, fala o jovem.

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SAMUCA A EMÍLIO: “SE VOCÊ FIZER A MAROCAS SOFRER, EU ACABO COM A SUA RAÇA”

Emílio tenta distorcer tudo. “Era um direito dele, como ficou comprovado. O homem vai receber uma grana preta”, fala. “Certo... E você já tava com um olho na fortuna dele, e o outro na filha”, diz Samuca, com certa ironia. “Eu sabia que o assunto era a Marocas”, ri Emílio. “O assunto ainda é a Samvita. O crime que você cometeu contra a empresa que eu criei”, fala o jovem.

Discussão vai, discussão vem, antes de sair, Samuca avisa, firme e ameaçador. “Agora, sim, eu vou falar da Marocas. Se você fizer ela sofrer, eu acabo com a sua raça”, avisa. Emílio engole em seco. Samuca sai, e o vilão joga ao chão tudo o que está sobre sua mesa.

Assim que chega na Samvita, Carmen (Christiane Torloni) recrimina o filho ter ido se encontrar com Emílio. “O que é que eu podia fazer, mãe? Aquele cara quase afundou a minha empresa”, diz ele. “E vai se casar com a Marocas”, emenda ela. “Essa é uma decisão dela, eu não posso fazer nada”, responde ele, incomodado.

Mas Carmen segue o papo, e faz um pedido a Samuca. “Eu sei, meu filho. Bom, numa coisa a gente concorda, eu espero. Você tem que voltar pra Samvita como presidente”, diz ela. “Não sei se é a melhor solução”, afirma ele.

E Carmem continua falando sobre a sua proposta. "Samuca, é a única. O conselho não tem alternativa. Pensa nos funcionários, nas famílias dessa gente toda que pode ficar à míngua se eles perderem os empregos”, diz ela. “Eu tenho pensado nisso direto”, concorda ele.

SAMUCA É OVACIONADO PELOS FUNCIONÁRIOS, SOB O OLHAR ORGULHOSO DE MAROCAS

Nesse instante, Marocas chega na sala. “Aqui estou, senhora Carmen. O que deseja?”, pergunta ela. Marocas e Samuca se entreolham. “Marocas, Samuca. A Miudeza precisa de uma nova sede. Graças ao trabalho árduo de vocês, ela tá florescendo e ainda vai dar muitos frutos”, elogia. “Graças também a Paulina, Bento e Natália”, emenda Marocas.

Logo, Carmen diz que a empresa deve voltar ao lugar de onde nunca deveria ter saído. “A senhora acha que a nova sede da Miudeza deve ser aqui?”, pergunta a jovem. “O que eu acho é que não faz mais sentido vocês ficarem afastados”, diz Carmen, firme. Samuca e Marocas se olham, em dúvida sobre o sentido da frase da empresária.

Mas logo Carmen tenta esclarecer. “Não faz mais sentido vocês ficarem longe daqui, agora que o cretino do Emílio caiu fora”, ressalta ela. Marocas fica ali, embaraçada. “Desculpe, Marocas. Eu não quis ofender o seu... o Emílio”, fala Carmen. “Está tudo bem”, diz Marocas.

Depois, Samuca e Carmen continuam conversando sobre a possibilidade do jovem retornar à presidência da empresa. “Mesmo se eu quisesse voltar, sei lá como o conselho ia reagir”, diz ele. “Dane-se o conselho! Vem, eu quero te mostrar uma coisa”, diz Carmen, já puxando o filho.

Ela o leva até o patamar do corredor superior do prédio. “Que foi? O quê que cê queria me mostrar?”, indaga ele. “A Samvita!”, fala Carmen. Nisso, ela aponta para baixo e aparecem todos os funcionários ali, inclusive, Marocas. E todos gritam, em coro Samuca, Samuca. “Eles são completamente doidos”, diz o jovem. “Graças a Deus. E a culpa é toda sua”, brinca Carmen.

O empresário se emociona com cada olhar, e claro, esbarra no de Marocas, ali, também comovida presenciando toda a cena.



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