O Tempo Não Para: Sabino e a última noite de amor com Carmen?

Antes de duelo com Livaldo, ele declara comovido todo o seu amor à empresária


  • 05 de janeiro de 2019
Foto: Reprodução Globo


Cabeça mais dura do que Dom Sabino (Edson Celulari) não há. Tanto que nem a filha, Marocas (Juliana Paiva), conseguiu fazê-lo desistir do duelo com Livaldo (Nelson Freitas) pela honra de sua amada, Carmen (Christiane Torloni).

Um dia antes do “evento”, ele declara-se para a empresária naquela que pode ser a sua “última” noite de amor deles.

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SABINO: “AH, CARMEN, EU QUERO AMÁ-LA NEM QUE SEJA PELA ÚLTIMA VEZ...”

Já em seu apartamento, Carmen passa creme nos braços e pernas sob o olhar atento e apaixonado de Dom Sabino. “Soberbo ritual... Os movimentos acurados em contato com sua tez de marfim, essas pernas tão bem torneadas. O perfume de rosas que recende pelo ar. Ah, Carmen, eu quero amá-la nem que seja pela última vez...”, implora ele.

Logo a empresária o beija, provocante. “Meu amor, nós temos todo o tempo do mundo...”, diz ela. “Receio que não...”, constata Sabino. E ela diz, na lata. “Garanto que sim... Você vai desistir dessa ideia maluca de duelar agora... Ou então...”, fala. “Ou então?”, quer saber ele. “Ou então, nada de folguedos”, fala ela o afastando, delicadamente.

Sabino reage, passado. “Nada? Nadinha?”, diz ele. “Zero folguedo”, atesta ela. “Carmen, isso é golpe baixo... Você sabe que eu não resisto aos seus encantos...”, fala ele. “A decisão está em suas mãos... Aliás, que mãos!”, diz ela, sedutora. Dom Sabino quase cede, mas se afasta, firme. “Eu não posso fazer isso”, afirma. “Ah, não pode? Então vai passar vontade, bem feito! E eu só não subo pelas paredes porque me enchi de hidratante, periga escorregar. Eu quero matar você, Sabino!”, diz ela.

Mas ele não muda de ideia. “Paciência... Duelarei por você mesmo assim. Aquele rufião pagará pelo que fez!”, fala ele, deixando a empresária frustrada.

CARMEN A SABINO: “EU PREFIRO FICAR COM ESSA TAL HONRA MEIO MANCHADINHA E TER O HOMEM QUE EU AMO AO MEU LADO”

Já na manhã seguinte, Dom Sabino acaba de tomar o café com amada. “Findo o desjejum, ainda posso ajudá-la com a louça...”, diz ele. Carmen surpreende-se. “Cê quer lavar os pratos?”, fala. “Decerto, ainda tenho um tempinho antes do encontro com o árbitro do duelo, Bento...”, explica ele.

E Carmen ironiza. “Tinha que ser o Bento, que você não cansa de chamar de “desmiolado”. É deveras curioso... Um homem que parece tão moderno prestes a fazer algo tão arcaico”, constata ela. “Não vamos recomeçar esse assunto, vamos?”, fala ele. Carmen fica séria. “Sabino, e se eu liberar você dessa obrigação de limpar, lavar a minha honra?”, diz ela.

“Como?”, reage ele. “A honra não é minha? Então, eu que decido. Pronto, passou, eu tô ótima!”, fala a empresária. “Não se trata disso, Carmen...”, insiste ele. “Claro que se trata. E, se você quer saber, eu prefiro ficar com essa tal honra meio manchadinha e ter o homem que eu amo ao meu lado!”, implora ela.

Sabino sorri. “Não é uma obrigação, minha querida. É um dever, é diferente. Eu também gostaria que fosse possível relevar, mas não é. Embora a sua tentativa de me poupar me comova sobremaneira. É uma prova do seu amor...”, fala o nobre homem. Os se beijam ali, intensamente e apaixonados.



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