O Tempo Não Para: Paulina comove Barão com segunda chance

Jovem o intima a encarar de frente erros para começarem a se entender


  • 12 de dezembro de 2018
Foto: Reprodução Globo


Aos poucos, Paulina (Carol Macedo) amolece o coração em relação ao pai, Barão (Rui Ricardo Diaz).

Mas a jovem quer impor condições para eles iniciarem uma nova relação. Essa sequência deve ir ao ar nesta sexta-feira dia 14 de dezembro.

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ELISEU À PAULINA: “SE ATÉ A JUSTIÇA TÁ DANDO UMA SEGUNDA CHANCE PRA ELE... POR QUE VOCÊ NÃO PODE DAR?”

Eliseu (Milton Gonçalves) conta à Paulina que a advogada de Adan, o Barão, conseguiu que ele responda ao processo em liberdade. E mais uma vez, o sábio senhora tenta convencer a jovem de se reaproximar do pai. “Se até a justiça tá dando uma segunda chance pra ele... Por que você não pode dar?”, diz ele, deixando-a pensativa.

Um pouco depois, a jovem vai até a casa de Barão, e começa a falar. Logo, ele reage, incrédulo. “Cê quer me dar uma segunda chance?”, diz. “Quero... Não sei se devo, mas quero, sim... A gente já sofreu demais com tudo isso”, admite ela. O duro Barão tenta conter a emoção. “Paulina... Filha... Eu nem sei o que te dizer...”, fala.

Mas logo a jovem impõe uma condição. “Mas eu sei: você vai me dizer que também vai dar uma chance pra você mesmo... E vai ao seu julgamento, enfrentar tudo de peito aberto”, pede. E ele já a corta, tenso. “Isso é doideira... Eu não vou nem a pau...”, avisa. “Adan, você tem que sair dessa vida”, diz ela.

PAULINA A BARÃO: “EU TÔ DANDO UMA CHANCE PRA VOCÊ MUDAR DE VIDA... PRA MIM E PRA VOCÊ... EU NÃO SEI QUEM PRECISA MAIS DE QUEM”

Mas Barão tenta ponderar. “Não desse jeito... Se eu pintar na frente de qualquer juiz, com a ficha que eu tenho, é condenação na certa”, ressalta ele. “Cê precisa pelo menos tentar!”, diz a jovem. “Não! Cê quer que eu morra na cadeia, é isso? Quer ficar sem pai?”, pergunta ele.

Nesse momento, ela é firme. “Você nunca foi meu pai!”. E Barão sente o golpe, ao seu lado, Paulina segue emocionada. “Eu tô te dando uma chance de começar a ser... Uma chance pra você mudar de vida... Pra mim e pra você... Pra nós dois... Eu não sei quem precisa mais de quem”, fala ela.

“Eu já fui longe demais... Fiz tudo errado...”, admite ele. “Ainda dá tempo de consertar. Não precisa responder agora... Só pensa nisso, Adan”, pede ela. Paulina vai saindo, e ele a chama, contido. “Paulina... Cê nunca vai me chamar de pai?”. Ela não responde e sai. E ele fica ali, pensativo e dividido.



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