O Tempo Não Para: Noite quente de Sabino e Carmen após susto

Depois de resgatar a amada como herói de armação do Livaldo, a empresária abre o jogo


  • 03 de janeiro de 2019
Foto: Reprodução Globo


Dom Sabino (Edson Celulari) mais uma vez se revelará um herói. Agora, por salvar a amada, Carmen (Christiane Torloni), de mais uma armação do malandro Livado (Nelson Freitas).

Após o ato de bravura, os pombinhos têm uma noite acalorada. Essa sequência está prevista para ser exibida no próximo dia 5 de janeiro.

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Dom Sabino junto com Samuca (Nicolas Prattes) enfrentou um bando de seguranças ao retirar Carmen de um cassino clandestino. Para ajudar o filho, ela marcou um duelo de pôquer com Livaldo, mas ele armou mais uma vez, e ainda foi flagrado de cueca na frente da empresária por Sabino. Com bravura e colocando no chão vários seguranças, o nobre homem tirou a amada de lá. E ainda marcou um duelo com o pai de Samuca.

Assim que retornam ao apartamento, Carmen e Dom Sabino já entram batendo boca. “Sabino... Pode tirar da cabeça essa ideia de duelo!”, diz ela. “Carmen, por quem é... O que testemunhei foi uma ofensa capital, um atentado à honra da minha amada!”, fala. “Cê tá exagerando...”, diz ela. “Aquele doidivanas estava nu! E ordenou que você se desnudasse diante dele!”, lembra Sabino.

Carmen tenta amenizar. “Já passou... O Livaldo não merece que você perca o seu tempo com ele...”, fala a empresária. “Não abro mão do duelo. Isso está fora de discussão. E peço que não conte nada a Marocas...”, pede ele. “Eu devia ligar pra ela agora mesmo, isso sim...”, diz Carmen. “Que homem seria eu se não me batesse com o biltre que a ofendeu, Carmen? O meu sangue ferve só de lembrar daquele pulha...”, diz ele.

Nesse momento Carmen o abraça e o beija. “Vamos pro quarto, meu amor! Você precisa descarregar toda essa... energia...”, propõe ela. “Como? O canalha ficou lá! (então ele se dá conta) Ah, decerto, vamos, vamos!”, fala ele, já mais empolgado. Os dois correm apressados em direção ao quarto.

Já pela manhã, os dois estão com seus robes, um carinhoso com o outro. “Que noite aprazível tivemos...”, fala Sabino. "Você tava tão animado...”, diz Carmen. “Digamos que a aventura de ontem mexeu com meus brios...”, ressalta ele. “Eu reparei...”, fala ela. “Carmen, minha querida... Só não entendi uma coisa...”, diz Sabino. “O que foi?”, fala ela.

SABINO À CARMEN: “VOCÊ FOI NOBRE EM SUAS INTENÇÕES, ARRISCOU-SE PELO SEU FILHO, POR TODOS NÓS. VOCÊ É UMA DAMA INSIGNE, DISPOSTA A SACRIFICAR-SE”

“O que exatamente você estava fazendo num cassino com aquele patife?”, pergunta. A empresária hesita. “É uma história complicada...”, diz. “Não há nada que eu não possa entender... Temos todo tempo do mundo...”, avisa Sabino. Ela sorri. “Tá bem, meu amor... Eu vou contar...”. E Carmen começa a falar toda a história.

De sangue quente, já ajeitando sua camisa, Sabino discute com a amada. “Se eu não houvesse desafiado o tratante ontem, iria agora mesmo até ele e o mataria... sem remorsos!”, avisa ele. “Me perdoa, Sabino... Eu precisava arriscar... O destino da Samvita tava em jogo...”, ressalta ela. “E a sua honra também...”, completa ele.

“Mesmo que eu perdesse o jogo, nunca me entregaria àquele homem, nunca!”, admite ela. Dom Sabino é carinhoso. “Eu não estou com raiva de você, Carmen...”, fala. “Não?”, diz ela. “De forma alguma... Você foi nobre em suas intenções, arriscou-se pelo seu filho, por todos nós. Você é uma dama insigne, assim como seu filho, disposta a sacrificar-se!”, elogia ele.

Carmen se desmancha. “Ai, Sabino... Você não existe...”, diz. “Você não existe...”, devolve ele. “Cê precisa mesmo sair agora, meu amor?”, pergunta ela. “Decerto que sim!... Devo decidir sem demora quem será meu padrinho no duelo com o poltrão!”, avisa ele. “Adianta eu falar alguma coisa?”, fala ela. “Não”, responde Sabino. Ele a beija e sai, deixando-a preocupada.



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