O Tempo Não Para: Marocas por pouco não perde a vida

Ela declara-se a Samuca e diz que só pensava que não iria mais vê-lo


  • 06 de novembro de 2018
Foto: Reprodução Globo


O casal #Samurocas vai levar um susto e tanto. Logo após o sucesso do desfile de lançamento da Kikinico, grife de Marocas (Juliana Paiva), por pouco a jovem não perde a vida após armação de Betina (Cleo).

Ela combina com Emílio (João Baldasserini) de ele entregar à jovem um buquê de flores após o desfile. Mas o que nem o vilão sabe é que dentro tem um cobra coral venenosíssima.

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MAROCAS PARA EMÍLIO: “A VÍBORA ESTAVA NO MEIO DAS FLORES, O SENHOR QUERIA MATAR-ME, POR CERTO”

Assim que chega à Samvita, Marocas dá de cara com Emílio. Ela não quer saber muito de papo, mas ele logo a entrega o buquê. "Obrigada... São muito bonitas... (de repente, ela se assusta com algo) Mas o que é isso?”, grita ela. Marocas joga as flores no chão, para surpresa de Emílio. “O senhor tentou me matar!”, fala ela. O vilão se abaixa e pega novamente as flores. “Eu não fiz isso! As flores são lindas, Marocas, olha...”, diz ele, que logo é picado pela cobra no antebraço. “Aaaaai!”, grita ele.

Ao vê-lo caído no chão, Marocas grita por socorro. E logo diz ter visto a cobra . “A víbora estava no meio das flores, o senhor queria matar-me, por certo”, diz ela. “Matar você? Jamais! (ele está enfraquecido, e é muito sincero) Eu te amo, Marocas. Como jamais amei alguém em toda a minha vida”, diz ele. De longe, Betina acompanha a cena, lívida. “O que foi que eu fiz”, diz ela, antes de sair de perto do local.

Nesse momento, Samuca (Nicolas Prattes) e Dom Sabino (Edson Celulari) chegam ao local. Marocas fala da víbora. Sabino examina Emílio. “Pálpebras moles, respiração ofegante, sente dormência nos membros?”, pergunta. Ele diz que sim. Logo Sabino vê a mordida no antebraço do malvado. “Era uma coral verdadeira”, confirma ele. “E se a gente chupar o veneno?”, pergunta Samuca. “Isso é uma fantasia. A peçonha já atacou o sistema nervoso. Veja a afasia...”, explica Dom Sabino.

Marocas lembra que a cobra está solta pela empresa. “Meu pai... A víbora deu o bote e desapareceu”, diz. “Uma coral não dá o bote, minha filha. Agarra- se à vítima e morde. Ela devia estar muito perto dele”, constata o sábio homem. “No buquê de flores...”, diz Marocas. Logo, chegam os paramédicos e levam Emílio para o hospital.

MAROCAS A SAMUCA: “VI A MORTE CHEGAR TÃO PERTO DE MIM, MEU AMOR. EU SÓ CONSEGUIA PENSAR QUE NÃO IA MAIS VER VOCÊ...”

No corredor do hospital, Marocas ainda está atônita com tudo o que viveu momentos antes. “Samuca... ele tentou me matar”, fala a jovem, que logo é abraçada por seu amor. Ela não resiste e começa a chorar muito junto ao peito do empresário. Samuca também se emociona. “Era eu quem poderia estar à morte agora. Aquela víbora estava dentro do buquê de flores que o Emílio levou para mim. Era uma armadilha”, constata a jovem.

Samuca reage ali, incrédulo. “Uma cobra?”, fala. “O Emílio é um louco. Repetiu aquelas insanidades, dizendo que me ama. Amor? Que sentimento é esse que destrói e mata?”, compara ela. “Meu amor, não consigo imaginar o mundo sem você. O mundo simplesmente acabaria...”, declara-se Samuca. “Agora estou sã e salva”, diz ela.

“Marocas, você não existe. Ainda ajudou o Emílio, depois te todo o mal que ele te fez”, lembra Samuca. “Queria ter feito mais. Mas era um ferimento fatal. Eu já vi uma coral de dois palmos matar um boi de meia tonelada, é uma morte horrível!”, fala ela. “Você sempre fala que eu sou um homem nobre, mas não chego aos seus pés. Você lutou pra salvar a vida de alguém que tentou te matar”, ressalta o empresário.

Os dois se abraçam forte, mais do que apaixonados, numa comunhão plena. “Vi a morte chegar tão perto de mim, meu amor. Eu só conseguia pensar que não ia mais ver você...”, confessa ela. O clima só é quebrado com a chegada de Mariacarla (Regiane Alves). E logo de um médico, informando que Emílio não resistiu e morreu. Samuca, Marocas e Mariacarla reagem ali, chocados.



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