O Tempo Não Para: Dom Sabino e Carmen se beijam e Agustina vê

Jantar também é marcado por "clima" entre Samuca e Marocas


  • 13 de outubro de 2018
Foto: Reprodução Globo


Desde que ficou sabendo que Carmen (Christiane Torloni) foi afastada de suas funções da Samvita por acusação de roubo após armação de Emílio (João Baldasserini), Dom Sabino (Edson Celulari) decide apoiá-la. A ideia é dar um jantar na nova mansão de sua família.

Com a ajuda de Marocas (Juliana Paiva), ele convence Agustina (Rosi Campos) a concordar com o jantar, mostrando o seu lado solidário. Ela custa, mas aceita. Assim, Marocas liga para Carmen. “Oi Marocas... Sim... Claro que sim. Eu vou, eu e o Samuca, certo. Um beijo”, diz a empresária.

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CARMEN RECEBE CARTA DE SABINO: “TEM O CHEIRO DELE AMADEIRADO”

Diante da mãe no apartamento dela, Samuca não entende nada. “Eles estão querendo ser solidários comigo. Achei fofo”, afirma. “Sei não. Acho estranho...”, fala Samuca. Mas Carmen logo saca a reação do filho. “Mas não é isso que te deixou 'encanado'. É que o senhor vai ficar bem pertinho da Marocas. Cê devia ficar feliz e não incomodado. Sorria!”, pede ela. Samuca força um sorriso, brincalhão.

Um pouco depois, batem na porta, e é Gabiru (João Fernandes), com uma entrega de flores em nome de Dom Sabino. “Pra mim... Rosas colombianas”, gaba-se a empresária. Carmen pega o enveloque que veio com o buquê e cheira. “Tem o perfume dele amadeirado”, fala. Depois de ler a carta, ela suspira, encantada.

Já à noite na Mansão dos Sabino Machado, mãe e filho são recebidos com cerimônia por Dom Sabino, Agustina e Marocas. “Que alegria vê-la Carmen... E Samuel...!”, diz a jovem. Já sentados à mesa, Samuca não esconde o desconforto. Carmen agradece a solidariedade da família. “A senhora tem um caráter ilibado. E provará sua inocência”, afirma Sabino.

Logo chega Emílio, e Carmen não se segura. “O que este canalha está fazendo aqui?”. “Ele é noivo da Marocas, esqueceu?”, lembra Samuca. Nisso, o pianista toca Melodia Sentimental, de Villa-Lobos, e Marocas estranha a música. Samuca se aproxima e fala. “Isso é Villa-Lobos!”. “Nunca ouvi falar”, afirma ela. “É um compositor brasileiro incrível, um maestro”, conta ele.

Emílio se aproxima, se intromete na conversa e dá um beijo em Marocas, que consegue disfarçar o incômodo. Quando o vilão se afasta, ela e Samuca tentam conversar, mas ela faz seu teatro, e eles acabam quase iniciando uma discussão.

CARMEN E SABINO SE BEIJAM COM PAIXÃO, E SÃO FLAGRADOS POR AGUSTINA, QUE NÃO REAGE

Na biblioteca da mansão, Dom Sabino arruma uns papéis, e Carmen entra para se despedir. “Dona Carmen... Ainda é cedo...”, diz ele. “Preciso ir... Tenho de estar bem disposta amanhã de manhã pra ir à luta”, explica ela. Logo, a empresária vê a linda pena de madeira sobre a pesa. “Foi com essa pena que você escreveu aquelas palavras tão lindas?”, quer saber ela.

Dom Sabino fica embaraçado. “Sim... Foi com ela, não me dou bem com as canetas-tinteiro, muito menos com as esferográficas!”, conta. “Nunca ninguém descreveu os meus sentimentos tão bem, tão profundamente como o senhor”, diz ela. “Deveras? Escrevi com a pena da verdade e a tinta do coração com meu próprio sangue”, fala ele.

Carmen fica encantada com as palavras. “Que lindo”, balbucia ela. Os dois ficam ali diante um do outro, olhos nos olhos. Eles não resistem e se beijam, docemente. Nesse moment, Agustina surge na porta, quando a mãe sobre o peito, chocada. Carmen leva um choque ao vê-la. “Dona Agustina...”. “Minha esposa, não é o que você está pensando”, diz Sabino.

Agustina ignora, sem escândalo, contida e altiva, fulminando Carmen com o olhar. “Boas noites”, limita-se a dizer Agustina. Carmen imediatamente procura Samuca e eles vão embora. Sabino respira fundo. Já em seu quarto, Agustina tenta manter a calma antes de deitar, faz o sinal da cruz. E logo ouve batidas na porta, é Dom Sabino. Ele insiste, ela abre a porta, o fulmina com o olhar, e ele entende.

“Compreendo. A senhora não deseja conversar, prefere refletir. Sim, por certo, dormirei na sala de estar esta noite”, diz ele, diante de uma Agustina imperscrutável.



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