O Sétimo Guardião: Walid e Diana trocam olhares na festa da vitória

E Nicolau diz preferir filha campeã de Karatê do que filho jogador de futebol


  • 27 de fevereiro de 2019
Foto: Reprodução Globo


Pelo menos durante alguns instantes após Diana (Laryssa Ayres) conquistar o título intermunicipal de karatê feminino, a família mostra civilidade.

Tanto que até o machão Nicolau (Marcelo Serrado), que sempre fora contra a filha praticar o esporte, participa do brinde feito por Walid (Gabriel Stauffer) à sua amada, Diana.

Essa sequência irá ao ar no dia 1º de fevereiro.

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NICOLAU: “COMO É QUE EU IA SABER QUE TER UMA FILHA CAMPEÃ DE KARATÊ É TÃO BOM QUANTO TER UM JOGADOR CAMPEÃO DO MUNDO?”

Diana ganha um abraço apertado de Afrodite (Carolina Dieckmann) e Bebeto (Eduardo Speroni). Rivalda (Giulia Gayoso) está mais ao fundo, emburrada. “Que orgulho, filha! Que orgulho!”, fala Afrodite. “Como é que tu conseguiu fazer aquilo, Diana?”, pergunta Bebeto. “Culpa do Walid aí... Tanto me fez repetir esses golpes nos treinos, que eu aprendi!”, conta ela.

“É, mas sem seu talento, a vitória não vinha!”, diz Walid. “Uma campeã em casa... Nunca imaginei!”, ressalta Afrodite. Nisso, se ouve a voz em off de Nicolau (Marcelo Serrado). “Eu já!”, diz. Todos se viram, tensos, e veem o chapeiro ali. Ele os encara por um segundo, e sorri. Logo corre envolvendo Afrodite, Diana, Bebeto e Walid num abraço. Rivalda só olha, afastada. “Eu sabia que isso ia acontecer um dia! Sabia!”, festeja ele.

Afrodite alfineta. “Tu não queria um jogador de futebol, Nicolau?”, diz. “Queria porque era a única coisa que me vinha na cabeça! Como é que eu ia saber que ter uma filha campeã de karatê é tão bom quanto ter um jogador campeão do mundo?”, explica ele. “O senhor acha isso mesmo, pai?”, estranha Diana. “Pensando bem... Não! Karatê é melhor!”, fala ele.

Diana se aproxima de Rivalda e a chama para ficar junto de todos. Mas ela nega, com inveja nos olhos. “... a campeã é você, a felicidade de todos é por sua causa... E eu sou a patinha feia e não ganho nada com isso. Você só me quer na sua plateia, mas tou fora!”, diz a chata, que sai dali, chorando. “Eu juro: um dia vou ser alguém na vida! Minha família que aguarde... Vou mostrar pra eles!”, promete a si mesma.

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APÓS BRINDE, DIANA E WALID TROCAM OLHARES QUE NÃO DEIXAM DÚVIDAS DO SENTIMENTO DE UM PELO OUTRO

Nisso, Diana ouve o espocar do champanhe aberto por Walid. “À Diana, filha do seu Nicolau Chapeiro...”, diz o treinador. “E de Afrodite também, né?”, fala a mãe da atleta. “Não interrompe o homem, Afrodite!”, diz Nicolau. “Um brinde à campeoníssima de karatê!”, vibra Walid. Nesse momento, o técnico e Diana se olham com aquela intensidade de que não resta dúvida do sentimento de um pelo outro.

A troca de olhares é interrompida quando Nicolau chega no ouvido de Walid e sussurra. “Filha de Nicolau chapeiro, sim. E é sobre isso que quero falar contigo depois... Só nós dois!”, avisa. Já no carro, com toda a família, Afrodite pega o celular. “Gente, selfie com a taça!”, diz. Rivalda escapa do enquadramento. Diana ali, admira o troféu. “Nem acredito que ganhei... Vou botar essa taça na cabeceira da minha cama!”, fala a jovem.

“Bota lá no quiosque, pros fregueses verem!”, sugere Bebeto. “E encher de gordura? Tem que ficar na sala de estar, pras visitas verem! O que você acha, Rivalda?”, pergunta Afrodite. Ela finge que estava distraída e não responde. Diana percebe e fica triste por um momento. Nessa hora, Walid entrega o cheque a Nicolau. “Cinquenta mil reais!”, diz o chapeiro. “Viu como compensou o esforço de sua filha?”, fala Walid.

“Quero saber é se o cheque vai compensar também! Isso aqui tem fundos, né?”, fala Nicolau. “Mas claro! A competição é a sério. Sua filha ganhou, ela que faça bom proveito”, ressalta Walid. “Pode estar certo disso”, diz o chapeiro. “E quanto àquele assunto que o senhor queria falar comigo? Se é sobre a Diana...”, pergunta o jovem. “É assunto meu, particular... Vamos conversar só nós dois amanhã no meu quiosque”, avisa.

E ele entra no carro todo feliz. “Partiu Serro Azul, família?”, diz. “O certo era Diana chegar na cidade desfilando com a taça em cima do caminhão de bombeiros! Mas já que lá não tem bombeiros, vou entrar buzinando mesmo!”, avisa o chapeiro. “Walid... Obrigada!”, despede-se Diana. O treinador apeenas sorri. O carro se afasta e campeã vira o pescoço para acenar a ele, que retribui.



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