O Sétimo Guardião: Jurandir tem um arroubo e beija Milu

Beato pede a ela para “tirar feitiço e sair da sua cabeça”, e esotérica fica mexida


  • 17 de janeiro de 2019
Foto: Reprodução Globo


Será que vai pintar casal novo em O Sétimo Guardião, o beato Jurandir (Paulo Miklos) e a esotérica Milu (Zezé Polessa)?

Eles se odeiam tanto, que aí tem... Essa sequência deve ir ao ar no capítulo desta sexta-feira, dia 18 de janeiro.

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JURANDIR À MILU: “TIRA ESSE FEITIÇO DO MEU CORPO E SAI DA MINHA CABEÇA... NÃO POSSO DEIXAR VOCÊ ME DESTRUIR”

Jurandir sai passado de casa após ouvir que a filha, Elisa (Giullia Buscacio), não quer ser freira e que ela gosta do sacristão Maltoni (Matheus Abreu). O beato sai pelas ruas dizendo que a culpa toda disso é da “bruxa” Milu. E ele não tem dúvidas, vai até a loja da esotérica e entra porta adentro. “Boa tarde. Posso lhe ajudar em alguma coisa?”, diz ela, surpresa.

Logo o beato dispensa a assistente dela, Rivalda (Giulia Gayoso). “Estou lhe achando muito agitado”, fala Milu a Jurandir. “E não era pra estar?”, diz ele. “Se me disser qual é o motivo...”, fala ela. “Não se faça de sonsa, sabe muito bem qual é”, acusa ele. Milu mostra-se surpresa. “Está querendo destruir minha vida! Minha filha já desistiu de ser freira por sua causa!”, diz ele.

“Pelo amor de deus, seu Jurandir, do que o senhor está falando...”, diz Milu, sem entender nada. E ele começa a gritar. “Desde que me impregnou com esse cheiro que não me larga mais tudo desandou na minha casa e na minha vida! Está a maior confusão dentro da minha cabeça, já não sei mais pra que lado me viro, porque a bruxa parece que está em toda parte! Tira esse feitiço do meu corpo e sai da minha cabeça... Não posso deixar você me destruir!”, fala.

Milu diz que ele está nervoso e é melhor chamar alguém. Mas logo o beato se coloca entre ela e a porta. “Quem? O capeta? Não vou lhe deixar sair!!!”, fala Jurandir. E logo ele começa a girar pela sala derrubando tudo. “Sua bruxa! Sua louca!”, fala ele, que logo olha pra alto e vê Minerva. “A coruja tá voando! Tá vindo pra cima de mim!”, fala.

Nisso, Milu olha para o alto e vê Minerva quietinha no seu canto. “Ela é empalhada, não pode se mexer!”, conta.

QUANDO JURANDIR SAI, MILU PASSA A MÃO NOS LÁBIOS: “UM HOMEM... ME BEIJOU”

Ainda meio fora de si, o beato sacode os braços como se quisesse espantar um bicho. “Bicho maldito! Vai bicar meus olhos! Quer me cegar!”, diz. Milu tenta segurar ele, que não para de se mexer, tentando se livrar dela e da imaginária Minerva. “Mais fortes são os poderes de Deus! Vade Retro, filha do bode preto, do capiroto!”, diz ele.

Milu pede para ele se acalmar, e o abraça. E logo ele se atraca com ela como se estivesse lutando para se livrar dos braços dela. “Este seu cheiro, este futum de pecado que não sai de mim... Me solta, me larga, sai daqui!”, pede ele. “É o senhor que está me agarrando!”, fala Milu. Logo ele se dá conta disso, e a agarra com mais força ainda e dá o maior beijo nela. Eles ficam um tempinho ali, até que ela se solta dele, e fala com Minerva. “Você viu isso, Minerva?”.

E logo ela berra com Jurandir, que está ali meio catatônico. “Agora entendi tudo. O senhor inventou essa história toda só pra me dar um beijo! Me assediar! Me molestar! Me atacar! Seu carola! Seu tarado! Vou me queixar ao padre, ao prefeito, ao delegado... Vou contar pra todo mundo o que você acabou de fazer aqui!”, esbraveja ela. Jurandir olha para o alto, vê Minerva lá, quietinha... “Ela não pode nem voar...”, choraminga ele.

Milu ali, histérica. “Claro que não pode! Já falei que a pobrezinha morreu e foi empalhada!”, diz. Nesse instante, ele se desculpa com a coruja e com Milu, e sai correndo dali. “Canalha, cachorro safado!”, grita a esotérica. Nisso ela bota as mãos nos lábios. “Um homem... Me beijou!”, diz, como quem gostou da situação. E logo cai no maior choro.



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