Juliana Paiva apresenta Luna, de Salve-se Quem Puder: “A mais parecida comigo”

Atriz avalia trio “Panteras” com Deborah Secco e Vitória Strada e romances da personagem


  • 20 de janeiro de 2020
Foto: Globo/Victor Pollak


Por Luciana Marques

*Veja a entrevista completa no vídeo, abaixo.

Uma das atrizes mais requisitadas de sua geração, Juliana Paiva tem tudo para arrebatar novamente o público com Luna, a sua mais nova protagonista, de Salve-se Quem Puder, trama das 7 com estreia no dia 27 de janeiro. “A Luna é guerreira, admiro muito isso nela. E eu acho que é a personagem que faço mais parecida comigo”, conta a atriz, que brilhou em 2018 como a Marocas, de O Tempo Não Para.

Na trama, a vida de Luna e das novas amigas Kyra (Vitória Strada) e Alexia (Debora Secco) mudam da água para o vinho após presenciarem um assassinato e sobreviverem a um furacão, em Cancún. Segundo Ju, a parceria com as colegas de cena tem sido maravilhosa. “A gente brinca que nós somos as três Panteras, as três Patetas e as três Mosqueteiras, que é uma pela outra o tempo inteiro. E o encontro com a Deborah e a Vitória foi incrível”, afirma.

Luna (Juliana Paiva). Foto: Globo/João Miguel Júnior

Quem é a Luna, o que você mais admira na personagem? O que eu mais admiro na Luna é a garra dela. Ela é uma estudante de fisioterapia, batalhadora, guerreira, que vê a sua vida dar um 360, e que vê nessa oportunidade um reencontro muito marcante com a mãe (Helena – Flávia Alessandra) que abandonou ela com quatro anos. Ao mesmo tempo ela tem que deixar de lado o pai (Bruno – Murilo Rosa), que cuidou dela a vida inteira. Então a novela vem para divertir, entreter, mas também para questionar e fazer vocês refletirem.

Há muitas semelhanças entre vocês? Somos muito parecidas. Quando acontece alguma adversidade na minha vida, eu já fico pensando, caramba, é essa a situação que a gente tem, como a gente vai passar por isso da melhor forma possível. E nesse ponto, eu e Luna somos muito parecidas.

E como foi esse encontro de Luna, Alexia e Kyra e também de Juliana Paiva, Deborah Secco e Vitória Strada? As personagens são completamente diferentes, se estranham muito por isso, mas elas estão vivendo a mesma história juntas. Foi incrível esse encontro com a Deborah e a Vitória. A gente se ajuda muito. Isso é muito bacana, porque somos três protagonistas femininas, acho que é uma força da mulher muito bacana que a gente está trazendo também e é uma ajudando a outra nos bastidores.

Kyra (Vitória Strada), Alexia (Deborah Secco) e Luna (Juliana Paiva). Foto: Globo/João Miguel Júnior

E o que você pode adiantar dos romances de Luna com Juan (José Condessa) e com Téo (Felipe Simas)? Luna vai ter o seu triângulo amoroso. Ela tem um amor de muitos anos, aquele namorado (Juan) de anos que conhece ela desde criança, foi criado na mesma cidade, que conhece muito ela. E junto com o furacão, ela conhece uma pessoa (Téo) que se arrisca para salvar a vida dela. Então, que cara bacana, pessoa interessante de se conhecer. E quando ela vai para o Brasil, ela reencontra essa pessoa que salvou ela e ele não lembra dela. Então é aquela coisa de um novo horizonte que se abre junto da confusão, uma nova oportunidade de muitas coisas, inclusive de um novo amor. Ela vai ficar balançada. E eu não vou dizer para quem é a minha torcida (risos), porque eu quero que vocês embarquem nessa história.

Você está fazendo a sua terceira protagonista. Como vê essa sua caminhada até aqui, sendo tão requisitada? Eu fico muito feliz com esse reconhecimento. Acho que é muito bacana quando a gente acredita, se entrega e tem esse reconhecimento verdadeiro, prático da coisa, de um novo projeto, um novo trabalho. Conto muito com o público sempre, recebo uma ótima troca de energia, pessoas que vibram, que acreditam. E isso me instiga muito como atriz e como pessoa. Então eu sempre vou dar o meu melhor para vocês, podem contar comigo.

 

 

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