Haja Coração: Giovanni fica mexido com a “nova” Camila

Ainda sem recobrar memória, ela procura o rapaz e diz sentir que ele se preocupa com ela


  • 15 de outubro de 2020
Foto: Reprodução Globo


Por essa, Giovanni (Jayme Matarazzo) não esperava. A mesma garota que arruinou a vida dele, fez com que passasse dois anos na prisão por um crime que não cometeu, agora está causando um sentimento estranho nele. E depois de praticamente salvar Camila (Agatha Moreira) da morte, ele a vê na sua frente, batendo na porta de sua casa. O rapaz fica chocado. “Posso entrar, Giovanni?”, diz ela, doce, totalmente diferente da “cobra” que ele conheceu. Giovanni logo pergunta se ela recuperou a memória. “Se sabe meu nome é porque lembrou”, deduz ele. Ela tenta explicar que foi até o hospital, onde lhe contaram dele. Mas Giovanni a corta. “Qual vai ser agora, Camila? Que que cê quer? Pra vir na minha casa, coisa boa não deve ser”, constata. Camila sente o golpe, mas totalmente confusa. “Desculpe... Não sei do que cê tá falando. Mas pelo seu jeito... A situação entre a gente não tava nada boa”, imagina ela.

O rapaz pede para ela não fazer gracinha. “Diz logo o que cê veio fazer aqui!”, rebate ele. Surpresa com a reação dele, Camila se vira e vai embora. Mas Giovanni a segue. “Camila, espera! Olha, detesto ser grosso. Mas você esperava o quê? De qualquer forma, estou feliz que cê recuperou a memória”, afirma ele. A jovem se vira, emocionada, cansada de tudo. “Não recuperei a memória. Não me lembro de nada! Nada!”, fala, aflita. Confuso, ele indaga como ela sabe, então, o nome dele. Camila conta que conversou com uma enfermeira do hospital, que o viu no quarto. E ela fez a ficha dele. “Disse que tava comigo quando saí do coma. Pensei que se eu viesse conversar com você podia me ajudar a lembrar... Mas pelo visto cê não ficou muito feliz de me ver”, deduz ela. Giovanni está cada vez mais sem entender nada. “Não é isso... Eu não esperava”, diz.

Ela o questiona que, se ele tem toda essa raiva dela, por que a visitou no hospital. “Ah, Camila... É que...”, diz ele, desnorteado. Emocionada, ela fala quer saber se fez mal para ele, se o magoou. “Me fala... Preciso saber o que eu fiz. Quem eu sou...”, implora. O rapaz diz que não sabe o que falar. “Me fala a verdade. Estou desesperada, sentindo um vazio, uma angústia. Por favor, me ajuda”, pede ela, fragilizada. Ela também conta que não consegue mais ficar com a família. “Eles discutem, falam ao mesmo tempo... Gritam uns com os outros... Não posso fazer parte daquela família...”, diz. Ele concorda, que eles são complicados. “Entende agora por que eu procurei você? Tinha esperança de... Ter outra vida, longe daquelas pessoas. Não quero ser como eles...”, fala. Giovanni fala que é estranho ver ela falando assim, porque ela é uma Abdala.

Logo, ela lembra que a enfermeira contou que ele a salvou de um acidente e depois estava segurando a mão dela quando saiu do coma. “Então... A gente deve ter uma ligação forte... Diz pra mim... Eu e você... O que a gente tinha?”, indaga. Giovanni fica ainda mais sem jeito de falar a verdade. “A enfermeira Deise deu a entender que nós... Que existia alguma coisa”, diz ela, tímida. Giovanni conta que falou isso mesmo à enfermeira. “Mas é que... É tão difícil dizer isso...”, enrola-se ele. Mas Camila insiste. “Alguma coisa muito especial deve existir entre a gente”, constata. O rapaz se lembra de momentos de grosseria dela, antes do acidente. Nisso, Camila pega a mão dele, que está nervoso. “Pode falar. A gente tinha um caso? Eu traía meu namorado com você? É isso?”, quer saber. Nervoso, ele fala que não tem nada a ver isso.

Mas Camila insiste que houve algo, que ela a machucou de alguma forma pela reação com que a recebeu em sua casa. “Camila, acho melhor cê voltar pra casa... Sua família deve estar preocupada”, diz ele. Ela concorda, resignada. “Desculpa te atrapalhar”, fala a jovem, que vai saindo. “Sabe... Essa nossa conversa, pela primeira vez desde que saí do coma, me senti próxima de alguém. Você me olhou com verdade... Eu sinto que...”, diz ela, emocionada. “Sente o quê?”, pergunta o rapaz, tocado. “Que você realmente se importa comigo...”, afirma ela, que sorri, doce. “Que talvez não esteja tão sozinha assim...”, continua ela. Os dois ficam muito próximos um do outro, a atração é evidente. “Desculpa se eu fiz alguma coisa que te magoou. Deu pra perceber que cê é um cara do bem”, diz ela, que sai, e entra sorrindo no táxi. Giovanni fica ali, tocado, sem entender nada. “Não pode ser a mesma Camila... Não pode!”, fala a si mesmo.

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