Fina Estampa: Joana descobre que loira misteriosa é Tereza Cristina

Ela leva ao delegado a prova sobre a possível assassina de sua irmã gêmea


  • 27 de julho de 2020
Foto: Globo/Renato Rocha Miranda


Depois de ir até a casa de Tereza Cristina (Christiane Torloni), Joana Coutinho (Suzana Pires) não tem mais dúvidas de quem assassinou a sua irmã, Marcela. Já na pensão, ela lembra de parte da conversa com a vilã. “A assassina não é uma mulher inteligente”, disse ela naquele dia. Logo, Tereza pergunta o que ela quis dizer com isso. “Que ela esqueceu de um pormenor... A câmera do hospital registrou tudo, existe uma imagem fotografada dessa mulher”, fala ela, que mostra a foto para Tereza, que tenta fingir calma, mas no fundo está desesperada.

Joana, então, liga para a polícia e pergunta se o delegado responsável pelo caso já voltou de viagem. Ao ouvir que sim, ela segue até o local e é recebida por ele. “Eu só conheci a sua irmã por fotos, mas posso dizer que a semelhança é incrível”, fala. Ela diz que as pessoas comentam isso o tempo todo. “Eu e a Marcela somos idênticas fisicamente, mas distintas na personalidade”, conta. O delegado logo fala que a irmã dela não era um tipo de pessoa muito querida. “Ela colecionou desafetos ao longo da vida”, afirma.

A moça concorda. “Como todo a boa jornalista, não é doutor?”, fala. O policial concorda. Logo ela fala porque o procurou. “Eu vim aqui para perguntar pro senhor se tem alguma novidade no caso da Marcela?”, questiona. Ele fala que até o momento nada. “A investigação não teve muito progresso após o sumiço da testemunha principal”, explica ele. “A enfermeira?”, diz ela. O delegado diz sim e que pode ter sido queima de arquivo. “Mas como o corpo não foi encontrado, não há como ligar os dois casos. Nós estamos trabalhando com hipóteses”, diz.

Nesse momento, Joana fala que ela prefere o campo das certezas. “Eu sou pragmática, doutor”, diz. Ele logo quer saber do que ela está falando. Joana pega a foto na bolsa e entrega para o delegado. “Não há dúvida que eu sou idêntica à Marcela. O senhor não acha uma ironia do destino que justo eu tenha encontrado alguém tão parecida com essa loira misteriosa?”, quer saber ela. O delegado olha para a foto. “Eu diria que se não se tratar de uma irmã gêmea, eu creio que achamos a assassina”, diz.

O delegado anota o nome: Tereza Cristina Buarque Siqueira Velmont. “É esse o nome?”, pergunta. “Exatamente, uma socialite, bastante conhecida, que sai nas revistas quase todo o dia. O senhor deve saber quem é”, afirma. Ele pergunta se não é aquela que seria filha da empregada. “A própria”, fala. Joana ainda confirma que Tereza estava com a sua irmã no dia do assalto e que era ela que dirigia o carro. “Não se preocupa, eu vou fazer uma visita a essa madame e vou averiguar tudo”, diz ele.

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