Fina Estampa: Esther surpreende Paulo e o deixa sozinho cuidando de Vitória

Empresário se assusta com missão, mas acaba se encantando pela menina


  • 28 de julho de 2020
Foto: Reprodução Globo/Montagem


Esther (Julia Lemmertz) se assusta quando vê um carro estacionando na frente da casa que era de sua mãe, onde está escondida com a filha, Vitória. E se surpreende ao se deparar com o ex, Paulo (Dan Stulbach). “Todas as pessoas que podiam vir aqui, a que eu menos esperava era você”, diz. Ela também fala que é espantoso ele lembrar do lugar. “Não foi fácil, custei a atinar. Ah, também, foi aqui que a gente...”, fala ele. “Decidiu se casar”, emenda ela. “Eu me obriguei a lembrar daqui porque você sumiu, sumiu com a sua filha, não disse onde estava...”, fala. A estilista avisa que se ele veio para lhe recriminar, pode ir embora. “Eu já sei de toda a história da Beatriz e do bebê”, conta ele. “Ele não podia ter contado pra você”, fala ela, referindo-se a Guaracy (Paulo Rocha).

Mas ele logo lembra que a história está em todos os sites. “A tua história está na boca do povo. Foi por isso que eu vim, Esther”, afirma. Ela olha os sites com fotos suas. "Isso era o que eu mais temia. Meu deus, coisas pessoais, história minha desse jeito exposta”, fala. “Sua e da, da...”, diz ele, apontando a bebê. “Da vitória, é o nome dela, por que é tão difícil você falar o nome dela, fala... esquece”, diz ela.  Logo ela quer saber o que ele está fazendo ali. Paulo ressalta que alguém tinha que avisá-la o que estava ocorrendo. E aconselha a ex a voltar. “Que que cê acha, que estando aqui, as coisas vão acabar, tudo vai sumir, pelo contrário. Quanto mais sumida você fica, mais eles incrementam as fofocas”, lembra o empresário.

E diz que se ela quer mesmo ficar com a filha, tem que ir à luta, como Beatriz (Monique Alfradique) está fazendo. Nesse momento, Vitória chora, e Esther fala que é hora de dar de mamar. “Eu não quero ver, você não é mais minha mulher, isso é constrangedor”, diz ele. “Você não precisa ver, vou para o quarto”, fala. Depois, Paulo diz que eles devem voltar na manhã seguinte e que ela pode deixar a criança com a caseira. Mas Esther lembra que a senhora viajou. “Mas eu tenho uma pessoa que pode cuidar da Vitória”, fala. “Quem?”, pergunta ele. “Você”, diz ela. Ele se assusta e diz que ela ficou louca. “Claro que eu fiquei louca, você á última pessoa no mudo que eu podia pensar em ficar aqui para cuidar da Vitória”, afirma. “Ufa, era só uma brincadeira”, fala ele.

PAULO SURTA AO SE VER A SÓS COM VITÓRIA, MAS ACABA SE ENCANTANDO PELA MENINA

Eles combinam de sair cedo na manhã seguinte, cada um em seu carro. Paulo dorme no sofá da sala. Eis que pela manhã, quando ele se dá conta, vê que perdeu o horário. E se assusta ao ver um bilhete em cima da mesa. “Sinto muito. Não tive outra alternativa. Fui no meu carro, mas levei a chave do seu carro. Não tem jeito Paulo, você vai ter que ficar aqui, tomando conta da minha filha. O nome dela é Vitória, caso não se lembre. Achei mais fácil desenhar as instruções de como cuidar dela. Mas você vai ver que cuidar de um bebê não é tão difícil. Mesmo quando não se gosta deles...”, lê ele. Paulo fica incrédulo. E sai correndo até a frente da casa, só vendo o carro dele. “Ela não fez isso, Esther, é brincadeira... Esther”, grita ele.

Logo, a bebê começa a chorar. “Pode chorar, por mim pode morrer de fome. A culpa é da tua mãe. Droga!”, fala. Depois de um tempo, ele vai até a porta do quarto. Hesita em entrar, mas logo se agacha na cama. Vitória o olha e abre um sorriso. O empresário fica mexido e dá um sorriso também. “Vitória... Paulo”, fala ele, como se apresentando. Ao perceber a cena, ele levanta. “Eu não quero me envolver com isso, vou embora nem que seja a pé. Esse bebê vai morrer de fome. Se esse bebê morrer, ela não vai me perdoar”, diz ele, apavorado.

Mas quando a criança começa a chorar muito, ele cede. Pega as instruções e começa a ler. “Se ela chorar, é fome ou se sujou, tem que trocar fralda, ai, ai, ai...”, fala. Mas logo ele já está tentando trocar a fralda, faz tudo errado, mas a neném ri. “Calma, que uma hora a gente consegue”, diz. Um pouco depois, prepara a mamadeira. Ele a pega, todo desengonçado e dá o leite para a menina. “Nós chegamos até aqui, tudo muito bem. Espera... Agora é hora do arroto, colocar paninho e cabecinha no ombro, vem me ajuda. Dar tapinha suave nas costas... Funcionou”, fala ele, todo feliz e emocionado com o seu feito. E fica agarrado na menina.

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