Êta Mundo Bom!: Severo flagra beijo de Braz e Diana na loja

Os dois discutem, o rapaz leva um soco e é expulso do local


  • 23 de junho de 2020
Foto: Reprodução Globo/Montagem


Na loja, Severo (Tarcísio Filho) diz a Braz (Rômulo Arantes Neto) que sairá para o almoço. Ele pega, então, um dinheiro no caixa, e sai, só que esquece a carteira. Instantes depois, Diana (Priscila Fantin) chega. “Estás sozinho?”, pergunta. “Meu pai saiu, pode demorar uma hora”, diz ele. A dançarina fala que eles podem aproveitar. “Estou doida para lhe dar um beijo”, fala. Braz acha melhor os dois irem para o estoque para caso de alguma cliente chegar. A moça conta que esperava encontrar Severo para pegar mais dinheiro com ele. “Mas é tão bom encontrar você”, afirma.

Diana joga todo o seu charme para o amado. Braz a contém, num primeiro momento, lembrando que ali não é um bom lugar para namorarem. “Seu pai não há de demorar uma hora?”, quer saber ela. Ele confirma. “Ou não me quer?”, provoca ela. Braz a encara. “Quero!”, diz. Ele a beija com toda a intensidade e paixão. Na rua, Severo se dá conta de que esqueceu a carteira. Ele, então, segue de volta em direção à loja. Assim que entra, estranha por não ver ninguém no balcão. Ele vai até o caixa e percebe um movimento no estoque. E vê Braz e Diana agarrados, aos beijos.

A dançarina é a primeira a perceber a presença dele, e arregala os olhos. Logo, ela faz uma cena. “Me larga”, grita ela. “Diana”, fala Braz, sem entender nada num primeiro momento. “Como se atreve? Afaste-se de mim”, fala ela, que corre para os braços de Severo. “Afaste-se dela”, ordena o dono da loja. Severo encara Diana. “O que está acontecendo aqui?”, indaga ele. “Eu vim a sua procura, mas aí seu filho disse que você demoraria, que eu poderia vir até o estoque ver os novos cortes de tecidos que chegaram”, conta. Severo confronta Braz. “Braz, você sabe muito bem que não tem tecido algum”, repreende ele.

BRAZ AO SER EXPULSO POR SEVERO DA LOJA: “É BOM QUE ME MANDE EMBORA, POIS NÃO SEREI OBRIGADO A TE VER FALINDO”  

O jovem tenta se explicar. “Eu só queria mostrar...”, fala. “Cale-se. É claro que não há tecido algum. Ele queria se aproveitar de mim”, conta ela. Diana conta que tentou resistir, mas que Braz a agarrou com os “braços fortes” dele. “Ai, meu amor, que bom que você chegou”, fala ela, fingindo. Severo pergunta como o filho teve coragem. “Você sabe como essa moça é especial para mim”, esbraveja. Braz também encena. “Essa aí não vale nada, é especial para qualquer um”, diz. Severo perde o controle. “Chega!”, fala. E dá um soco na cara do filho, que cai. “Eu já estou cansado das suas ofensas. Fora da minha loja”, fala.

Ainda caído, Braz continua confrontando o pai. “Me agride por conta dessa mulherzinha que não vale nada. Pai, eu sou seu filho”, afirma. “Não é mais”, diz Severo. “O quê?”, surpreende-se o rapaz. “Assim como eu não tenho mais filha, eu também não tenho mais filho. Eu já estou cansado desse seu olhar crítico, dessa sua vozinha mansa se fazendo de bonzinho só para garantir o seu emprego”, fala. “Esse emprego ridículo, mal pago”, rebate Braz. Severo o expulsa da loja. “É bom que me mande embora, pois não serei obrigado a te ver falindo”, diz. E diz para ele também sair da casa.

Braz pondera que não tem para onde ir. “Vá para a rua. É o que você merece”, diz. Diana faz sinal para Braz sair. “Pois eu saio de cabeça erguida”, garante o jovem. Cínica, Diana abraça Severo. “Ah, meu amor”, diz.

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