Êta Mundo Bom!: Candinho leva surra de gangue e tem o medalhão roubado

A armação, que deixa o caipira desolado, faz parte do plano de Sandra para se apoderar da joia


  • 29 de maio de 2020
Foto: Reprodução Globo


Certa tarde, a gangue de Cara de Cão (Marcello Gonçalves) vai até a praça e dá um jeito de afastar Pirulito (JP Rufino) de Candinho (Sérgio Guizé). E quando anoitece e o caipira está indo para a casa com seu carrinho de pipoca, é parado por um grupo de mascarados, a mando de Ernesto (Eriberto Leão) e Sandra (Flávia Alessandra). Candinho pensa que é um assalto e insiste que não tem nada. Mas ele acaba levando uma surra. Quase sem forças e ensanguentado, consegue se levantar um tempo depois.

E logo percebe que teve o seu medalhão foi roubado. Assustado, ele segue para casa. Assim que o vê entrar, Pancrácio (Marco Nanini) se assusta. “O que aconteceu?”, quer saber. “O mundo caiu?”, emenda Pirulito. “Aconteceu alguma desgraça, está todo rasgado”, percebe o professor. “Desgraça maior não há de acontecer. Roubaram o medailão, levaram ele d’eu. Eu nunca hei de encontrar minha mãe, professor”, constara ele, chorando.

Pancrácio lembra que lhe aconselhou a manter o medalhão escondido. “Ele mostrava para todo o mundo, professor”, conta Pirulito. “Mas não é hora para recriminações. Eu sinto muito, Candinho, é o que eu posso lhe dizer”, fala o professor. “Coração partido, eu sinto uma dor no mais fundo da minha alma. A esperança de encontrar a minha mãe se foi. Penso se vale a pena continuar nessa cidade. Eu perdi a Filó, agora eu perdi minha mãe”, diz, ele muito triste.

O caipira fala que o melhor é voltar para o meio do mato. “Lá, trabalho não há de faltar. Porque essa cidade me deixou de coração vazio. Minha esperança se foi. E o que é de um homem sem esperança, professor?”, fala. Pancrácio tenta acalmá-lo. “Não, Candinho. A esperança não se perde nunca. Eu tive momentos ruins nos últimos tempos, você com o seu otimismo me deu ânimo. Agora sou eu que lhe digo, ergue a cabeça”, diz.

Mas Candinho mostra-se desolado. “Mas erguer a cabeça pra zoiar o quê, professor, se eu não tenho mais estrela da esperança para eu ver”, diz. “Candinho, dizia o grande filósofo Tales, esperança é o único bem comum a todos os homens. E mais, aqueles que nada mais tem, ainda assim a possuem”, incentiva Pancrácio. “Me perdoe. Mas esse filósofo não há de ajudar”, lamenta o caipira.

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