Êta Mundo Bom! Candinho consola Anastácia após ela perder tudo: “Eu vou cuidar de ocê”

Caipira emociona a mãe ao dizer que vai voltar a vender pipoca para sustentá-los


22 de julho de 2020

Foto: Reprodução Globo

Após serem expulsos da mansão por Sandra (Flávia Alessandra), que armou um golpe em conchavo com o doutor Araújo (Flávia Tolezani), Anastácia (Eliane Giardini) e Candinho (Sérgio Guizé) se hospedam na casa de Pancrácio (Marco Nanini). Junto com eles, vão Pirulito (JP Rufino), Maria (Bianca Bin), a irmã dela, Alice (Nathália Costa), e a filha. Preocupada por não poder oferecer conforto à Anastácia e ao grupo, o professor lembra que tem um sótão na casa que pode ser transformado em quarto para as mulheres. Todos se ajudam e transformam o local num quarto. Eles se divertem.

Depois Maria coloca o uniforme e prepara o jantar. Logo Anastácia manda ela trocar de roupa, porque afirma que ali ela não é funcionária. Apesar do momento difícil, Candinho e Pancrácio tentam animar, principalmente Anastácia. Num determinado momento, ela fala que precisa descansar e sobe. Lá em cima, ela conversa com a sua imagem de Nossa Senhora. “Ai, por que tudo isso, minha Nossa Senhora? Eu sei, a senhora só quer o meu bem e do meu filho também. Meu Deus, mas como foi que pode acontecer tudo isso?”, pergunta ela, que acende uma vela para a santa e depois chora, de soluçar.

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Nesse momento, Candinho chega. “Mãe?”, fala ele. A ex-milionária tenta disfarçar o choro, em vão. “Tá chorando, mãe?”, pergunta. Ela diz que ainda está sob o choque dos acontecimentos. “É só isso, filho, não é nada não. É que eu me preocupa tanto, meu Deus. Eu sempre quis encontrar o meu filho. Quando eu te encontrei, eu pensei que ia te oferecer um futuro muito melhor, cuidar de você. Aí de repente eu perco tudo, minha fortuna. Meu Deus, como é que nós haveremos de viver, como é que nós vamos comer?”, fala ela. Com o seu coração tão bondoso, Candinho sorri. “Eu hei de voltar a vender pipoca”, fala.

Anastácia o encara, mexida. “Vender pipoca, meu filho?”, fala ela. O rapaz conta que tem o carrinho guardado. “Eu limpo ele e com o pouco que nós temo, eu compro os milho, e eu voltou a vender lá na praça”, diz. “Ai, o meu filho pipoqueiro”, fala ela. “É mãe, trabalho nenhum é vergonha”, afirma ele. Anastácia diz que sabe. “Me sinto tão fracassada”, diz ela. Candiho se aproxima dela. “Mãe, ocê não é fracassada. Ocê procurou eu a vida toda, pra cuidar d’eu”, lembra ele.

Ela diz que sim, que sonhou de viver com ele, debaixo dos cuidados dela. “A mãe cuida do filho e o filho cuida da mãe. Eu vou cuidar de ocê, mãe”, promete ele. Anastácia se emociona. “Meu filho, lindo”, diz. E ela é acalentada no peito do caipira, protegida com muito amor, apesar de todo o sofrimento.

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