Êta Mundo Bom!: Anastácia fica mexida ao conhecer o pintor “Candinho”

Ela cai na armação de Sandra e Ernesto e pensa ser um milagre estar diante do possível filho


  • 05 de junho de 2020
Foto: Montagem


A armação de Sandra (Flávia Alessandra) para ficar com o dinheiro da tia Anastácia (Eliane Giardini) começa a tomar forma. Finalmente, a megera consegue fazer com que o pintor “Candinho”, na verdade Ernesto (Eriberto Leão) se passando pelo verdadeiro filho da ricaça, fique cara a cara com a milionária. Cândido chega na mansão como o último profissional a ser analisado por Sandra e Anastácia para pintar um quadro da ricaça. “Espero que seja o último pintor”, diz Anastácia.

Sandra, cínica, diz querer o melhor para pintar o retrato da tia. “Por mim, já terei escolhido aquele das flores, só estou entrevistando esse porque você insistiu”, fala a senhora. Nisso, “Candinho”, com a roupa quase idêntica à usada pelo verdadeiro caipira, bate na porta. “Dá licença”, fala ele, com sotaque carregado. “Claro. Eu sou Anastácia, muito prazer”, diz a dona da casa. “O prazer é todo meu”, responde ele, que beija a mão da senhora. Anastácia o apresenta à Sandra, que se faz de fingida, e a Celso (Rainer Cadete), que também sabe de toda a armação.

Logo, Anastácia quer saber mais sobre ele. “O senhor ainda não nos disse o seu nome”, fala. “Craro, é Cândido”, diz. “Cândido?”, surpreende-se ela. “Os meus amigos me conhecem tudo, me chamam pelo apelido. E como eu penso que oceis vão ser tudo meu amigo também, pode usar o apelido”, fala. “E como é o seu apelido?”, quer saber a milionária. “Candinho”, revela. “Candinho?”, repete Anastácia, que chega a sentar no sofá, de tão mexida e emocionada.

O falso caipira se faz de sonso. “Eu disse qualquer coisa de errado, foi?”, pergunta. “Não, claro que não. É só o nome, que me desperta uma grande emoção. Só isso”, minimiza a senhora. Sandra, falsiane, diz que como explicou, não sabia o nome do rapaz. “Acho melhor marcarmos outra hora com o senhor”, fala ela. “Eu peço desculpas se provoquei qualquer desconforto. Eu vou, mas eu espero vortar”, diz ele. “Não, por favor, não se vá. É que você tem o mesmo nome de uma pessoa muito importante pra mim”, explica Anastácia.

Ela pede para ver as obras dele. “É um bom pintor, tem um traço mais duro, mas é muito bom”, elogia. Sandra pergunta se ela vai escolher o outro das flores. “Eu não estou em condições de escolher nem de analisar nada, Sandra, você há de me entender”, fala ela, comovida. A vila leva a tia até o escritório. “Estou atordoada, é Cândido, é Candinho, é sotaque caipira, ô meu Deus”, diz Anastácia. “Será que eu estou sendo contemplada com uma benção?”, questiona. Sandra fala que é só pode ser coincidência. “É um milagre se for ele”, emenda a senhora. Nisso, ela atesta, decidida. “É ele o pintor que eu quero”.

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