Éramos Seis: Clotilde toma coragem e revela gravidez à Lola

Veja a comovente conversa entre as irmãs


  • 02 de fevereiro de 2020
Foto: Globo/Victor Pollak


Na reta final de sua gravidez, Clotilde (Simone Spoladore) decide contar a verdade a Lola (Gloria Pires).

Ainda mais que, enquanto ela está gerando uma vida, a irmã sofre  dor da perda de um filho, Carlos (Danilo Mesquita).

Essa sequência deve ser exibida no dia 11 de fevereiro.

CLOTILDE FAZ A REVELAÇÃO DESENFAIXANDO O VENTRE: “EU... NÃO TENHO COMO FALAR, NEM DIZER. É MELHOR QUE VOCÊ MESMA VEJA, LOLA”

Lola, de luto, arruma as roupas de Carlos. Clotilde se aproxima da irmã, devagar. “Ô, minha irmã... Disse que gostaria de falar comigo. Mas o que era mesmo?”, pergunta. “Não queria te trazer mais uma preocupação”, fala ela. “Mas o que foi, irmã? Me diz”, quer saber a matriarca. “Você é forte, Lola. Sempre foi a mais firme de nós três. Olga não pensa muito na vida, vai levando daquele jeito destrambelhado. E eu... eu sou fraca”, admite.

A matriarca dos Lemos pede para a irmã não falar uma coisa dessas. “Não existem fortes e fracos, Clotilde. Cada um suporta o que pode, no seu tempo, à sua maneira”, reflete Lola. “Eu bem que tentei, Lola. Levar nos meus ombros os peso da cruz que eu mesma arrumei pra mim. Mas fraquejei, não estou mais dando conta”, revela. Lola estranha e se preocupa. Olha bem para Clotilde. “Do que está falando, minha irmã?”, quer saber.

Clotilde diz que, primeiro gostaria de lhe pedir desculpas. “Tenho horror de mim, depois que Carlos se foi. Horror porque vi que posso ser a pior das pessoas. Enquanto sofre sua maior dor, a dor da perda de um filho”, afirma. “Clotilde, está me deixando preocupada. Diga o que está acontecendo, afinal!”, pede Lola.

LOLA APOIA CLOTILDE: “UMA LUZ SE APAGA, E OUTRA SE ACENDE... MINHA IRMÃ, NÓS DAREMOS UM JEITO”

Nesse momento, Clotilde toma coragem. “Eu... não tenho como falar, nem dizer. É melhor que você mesma veja, Lola”, fala. Então, ela tira a blusa e vai desenfaixando o ventre grávido. Lola reage a medida em que vê. Clotilde fica com a barriga nua. “Deus meu, Clotilde!”, fala Lola, atônita. “Então... Não podia imaginar... Escondeu uma gravidez até agora?”, pergunta. “Descobri, de uns tempos pra cá, que somos capazes até do que não imaginamos, Lola”, fala.

Lola logo quer saber o motivo de ela não ter lhe contato. “Por que não dividiu comigo uma coisa dessas?”, indaga. “Neguei pra mim mesma o quanto pude, porque essa criança é filho de um homem... Um homem casado, Lola”, conta. “Minha nossa, o bandido do seu Almeida, como foi capaz... ele sabe?”, pergunta. Clotilde encolhe-se, fechando-se para não ver a barriga. “Não quero que saiba, não quero. Ele tem uma mulher... o que pode fazer?”, constata.

Clotilde conta que pensou em colocar para a adoção. “Ninguém jamais saberia. Apenas Durvalina, que queria me impedir porque ela... ela também já fez isso”, lembra. “Ela lhe contou? Então sabe que se arrependeu, que sofreu por isso”, diz Lola. “Mas não foi o que me fez mudar, foi o destino. Carlos se foi e vi sua dor. Como posso abrir mão de um filho vendo a vida arrancar o seu de maneira tão brutal?”, constata.

Lola fica chocada. “Abrir mão de um filho? Está assombrada pelos seus pensamentos, que estão te dizendo absurdos! Onde já se viu? É seu filho! Como eu não percebi que estava passando por tudo isso?”, fala. “Eu me fiz invisível. Até quando mais não pude. O que eu faço, Lola?”, quer saber. Lola se aproxima e faz um carinho na barriga da irmã, as duas se emocionam. “Uma luz se apaga, e outra se acende... Minha irmã, nós daremos um jeito”, promete.

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