Éramos Seis: Almeida pega no colo o seu filho com Clotilde e se encanta

Tudo acontece no batizado do bebê, que tem até desmaio da “madrinha”


  • 12 de fevereiro de 2020
Foto: Globo/Raquel Cunha


Vai ser difícil Clotilde (Simone Spoladore) manter seu segredo durante muito tempo. E fortes emoções acontecerão no batizado de seu bebê, Chiquinho.

E naquelas coincidências do destino, a criança acabará nos braços de seu pai biológico, Almeida (Ricardo Pereira).

Essa sequência deve ser exibida a partir do dia 19 de fevereiro.

CLOTILDE VÊ ALMEIDA NA IGREJA E DESMAIA. NUM INSTINTO, ENTREGA O BEBÊ NO COLO DO PAI BIOLÓGICO

O batizado de Chiquinho acabou, está a maior correria da criançada na igreja. Clotilde está com Chiquinho no colo, destraída. Até  que Almeida, que esteve na cidade para doar cobertores por conta da guerra, se aproxima. E vai até Clotilde. “Como vai, Clotilde?”, cumprimenta. Ela se vira, assustada. “Argemiro?”, fala ela, praticamente sem ar. Suas pernas fraquejam, ela bambeia e se apoia. No instinto, entrega o seu bebê para Almeida segurar. E desfalece, no banco da igreja.

Almeida fica atônito, com Chiquinho, na verdade, seu filho, nos braços. Momentos depois, Clotilde já está na casa da família, se recuperando. Olga abana a irmã. Maria (Denise Weimberg) dá um copo de água pra filha. Chiquinho está num moisés ali próximo. E Almeida mostra-se preocupado. “Não é melhor levá-la ao médico?”, sugere. Clotilde minimiza. “Foi o calor da igreja”, diz.

Candoca (Camila Amado) diz que fará um chá de couve. “Levanta até defunto”, diz. “Respira, minha filha, respira”, fala Maria. “Ainda está mais branca que perna de freira, Clotilde. Estou começando a concordar com seu Almeida. Não é melhor buscar o doutor?”, questiona Zeca. “Não carece, Zeca. Emoção do batizado. Não é todo dia que se é madrinha de um bebê lindo feito nosso Chiquinho, não é mesmo? Agora vem cá, meu amorzinho, que preciso ter um apalavramento com você”, fala ela, que vai com Zeca até o quarto.

Olga repreende o marido por não ter avisado a família da presença de Almeida na cidade. Nisso, na sala, Almeida olha Chiquinho. “Seu afilhado é mesmo lindo, Clotilde. Posso pegar ele um pouco mais? Levei um susto tão grande com seu desmaio, que espero não ter passado minha tensão pro bebê”, fala ele. Clotilde e Maria se olham, tensas. “Que nada. Chiquinho é muito calmo, sereno. Deve estar até dormindo aí no moisés”, desconversa Maria.

ALMEIDA ENCANTADO COM CHIQUINHO: “ESTÁ ME OLHANDO COM OLHOS BEM GRANDES E BRILHANTES” 

Almeida olha para o bebê e diz que ele está acordado. “Está me olhando com olhos bem grandes e brilhantes. Assim, mato a saudade de meus filhos pequenos também. Eu adorava essa fase deles”, diz, ao segurar Chiquinho. Ali perto, Clotilde sente uma mistura de estado de graça e susto. Logo, gentilmente Maria tira a criança do colo dele. “Com licença, seu Almeida. Deixa ver se o bebê precisa trocar. E me diga, sua esposa... Como vai?”, quer saber ela.

Ele conta que preferiu que ela ficasse no Rio. Almeida olha para Clotilde, que desvia o rosto. “Bom, agora que Clotilde está melhor... Acho que vou indo”, afirma ele. “Ah, espera um pouco mais, seu Almeida! Fizemos um bolinho pra comemorar o batizado. Come um fatia com a gente!”, diz Candoca, sem noção. Ele sorri. “Bom, sendo assim... Não posso fazer desfeita a um pedido adorável desses”, fala.

Nisso, entram Olga e Zeca. “Seu Almeida, desfeita vai ser a nossa agora, viu? O senhor desculpe o mau jeito. É que, não vamos poder lhe servir um pedacinho desse bolo porque... Porque solou!”, inventa ele. Candoca estranha. "Um bolo feito pela Maria?”, diz. “Solou, ué! Bolo só tem dois destinos nessa vida, tia Candoca: ficar bom ou solar. Olga acabou de ver que o destino desse foi o pior”, fala. Almeida percebe alguma situação estranha e se despede. Quando sai, para na frente de Clotilde. “Espero que esteja se sentindo melhor, Clotilde. Foi bom te ver. Saber que está bem junto da sua família, dos seus sobrinhos...”, diz ele.

Ela agradece, aflita. Olga quer despachá-lo logo. “Acompanhamos o senhor até a porta!”, avisa. Ele sai e todos relaxam. Quando consegue ficar sozinha, Clotilde mostra-se angustiada. E pega Chiquinho no colo. “Oi, meu amor. Você teve visita hoje, foi? Gostou desse moço que te pegou no colo? Ah, Chiquinho... Espero que um dia eu me perdoe por tudo isso”, fala ela, aos prantos.

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