Éramos Seis: Afonso sofre acidente na guerra e fica desaparecido para aflição de Lola

Comerciante é internado em estado grave, sem ninguém saber a sua identidade


  • 18 de fevereiro de 2020
Foto: Globo/Raquel Cunha


Quando finalmente Lola (Gloria Pires) e Afonso (Cássio Gabus Mendes) se entendem, mais um drama os aflige.

Na volta de Itapetininga para São Paulo, o comerciante é atingido por uma explosão na estrada durante o guerra. E é hospitalizado em estado grave.

Essa sequência começa a ser exibida a partir do dia 26 de fevereiro.

INÊS AFLITA AO CHEGAR DA GUERRA E NÃO ENCONTRAR O PAI: “TODAS AS TROPAS FORMA DESMOBILIZADAS, AS ESTRADAS LIBERADAS... NÃO HÁ RAZÃO PRA ELE NÃO TER CHEGADO AINDA”

Afonso dirige sua caminhonete, feliz. Ele se lembra das pazes que fez com a amada, Lola. E sorri, ao lembrar do beijo dos dois e dela o chamando pelo nome. Ele continua dirigindo a caminhonete, que sacoleja por conta de muitos buracos. Até que uma explosão de granadas jogadas por getulistas acontece na estrada. Ele joga o volante bruscamente para o lado, tentando desviar, mas bate numa árvore. Ali, Afonso fica desacordado. Um pouco depois, é anunciado o fim da guerra.

Inês (Carol Macedo) chega em casa e abraça Shirley (Bárbara Reis). A enfermeira demonstra preocupação com Afonso. “Papai não mandou nenhum recado mesmo? Tem certeza que o telefone não está enguiçado?”, quer saber. Durvalina (Virgínia Rosa) diz que está funcionando normalmente. “Todas as tropas foram desmobilizadas, o acampamento desmontado, as estradas liberadas. Não há razão pra ele não ter chegado ainda”, constata Inês.

Já na casa de Lola, Alfredo (Nicolas Prattes) é recebida com muitos abraços pela mãe. E é ele quem fala de sua preocupação com Afonso. “Passei no armazém pra dar um abraço no seu Afonso. Soube que ele esteve nos acampamentos, levando mantimentos. Mas não voltou até agora. Durvalina me disse que dona Shirley e Inês estão muito preocupadas. Não é pra menos...”, fala. Lola não esconde o nervosismo. “O que será que houve? Estou ficando tão aflita, a guerra acabou ele não apareceu!”, fala.

LOLA REZA POR AFONSO: “MINHA SANTA, ILUMINA NOSSO CAMINHO... ESTA DEMORA NÃO TEM SENTIDO... QUE ELE ESTEJA BEM... E VOLTE”

Lola decide ir até o armazém. Ao chegar lá, avista a caminhonete de Afonso toda batida. Ao lado dela, está um oficial conversando com Inês e Shirley. “É a caminhonete do seu Afonso, graças a Deus”, festeja Lola. “Mas não acharam meu pai, não sabem onde ele está”, conta Inês. “Mas isso é muito assustador. Encontraram o automóvel sem ele dentro”, diz Lola, aflita. “Ele tinha que se meter nessa guerra”, emenda Shirley. “Estive com ele pros lados de Itapetininga. Ele ainda ia fazer outras viagens e parou pra me fazer uma visita”, revela Lola.

Shirley não gosta do que ouve. “Então está explicado, foi pra uma região das mais atingidas, Itapetininga, atrás da senhora. E me deixou aqui esperando”, implica Shirley. “Foi falar comigo porque achou que era importante. E era mesmo, dona Shirley, fizemos uns acertos e vai saber quando for a hora. Não vou cair mais na sua conversa”, avisa ela. Durva lhe pede calma. “Estou farta das mentiras da Shirley”, afirma Lola, que sai para ligar para Itapetininga. No telefone, ela pergunta a Zeca (Eduardo Sterblitch) se ele sabe algo de Afonso.

O rapaz diz que não, mas que ajudará a procurá-lo. Alfredo também mostra-se preocupado e diz à mãe que irá até quarteis e hospitais. “Ai, Alfredo, acha que o seu Afonso, acha que ele pode estar...”, desespera-se ela. “Mamãe, não pense o pior. Vou tentar descobrir também. Fica tranquila, confia em mim”, diz o jovem. Alfredo sai e Lola começa a chorar. Logo, ela acende uma vela pra Santa e reza. “Minha Santa, ilumina nosso caminho... Esta demora não tem sentido. Que seja a preocupação apenas excesso de zelo, que ele esteja bem... E volte...”, fala ela, emocionada.

Já no quarto de um hospital, Afonso está deitado numa cama com mosqueteiro. Ele está isolado, perdido, sem identificação, com ataduras na cabeça. Um enfermeira e um médico se aproximam. “A febre não cede, doutor... Continuamos sem saber o nome dele, nada. Chegou aqui transferido do hospital de campanha, e o quadro só piorou”, conta a enfermeira. “Por causa da febre, que não cede... Ele tem que ficar em quarentena. Mantenha o isolamento”, pede o médico, já que ele pode estar com alguma doença contagiosa da época.

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