Cordel Encantado está de volta no Vale a Pena Ver de Novo

Bianca Bin e Cauã Reymond dão vida ao casal Açucena e Jesuíno


  • 14 de janeiro de 2019
Foto: Globo/Renato Rocha Miranda


Em 2011, o público se encantou com a então trama das 6, Cordel Encantado, de Thelma Guedes e Duca Rachid, que mostrava dois universos aparentemente inconciliáveis: lendas heróicas do sertão nordestino e realeza europeia.

A partir desta segunda, 14 de janeiro, o telespectador poderá se emocionar e se divertir novamente com a trama, que traz como casal protagonista, Açucena (Bianca Bin) e Jesuíno (Cauã Reymond).

Na primeira semana, a novela que mescla romance, humor, emoção e aventura, divide a faixa com os capítulos finais de Belíssima.

O AMOR DE JESUÍNO E AÇUCENA, QUE DESCONHECEM PASSADO E SE SURPREENDERÃO COM FUTURO

 

 

Com direção de núcleo de Ricardo Waddington e direção-geral de Amora Mautner, a trama principal se desenvolve a partir do romance entre Açucena e Jesuíno. A moça foi criada por lavradores no Nordeste do Brasil, sem saber que é filha de Augusto (Carmo Dalla Vecchia), rei de Seráfia do Norte, localizada na velha Europa.

O grande amor de Açucena é um jovem sertanejo que também desconhece ser filho legítimo de Herculano (Domingos Montagner), cangaceiro mais famoso da cidade fictícia de Brogodó.

CAUÃ RESSALTA PRIMEIRO PROTAGONISTA E PARCERIA COM DOMINGOS MONTAGNER

Além de marcar o público, a trama também foi especial na vida e carreira de muitos atores. Cauã Reymond, por exemplo, lembra que Jesuíno foi o seu primeiro protagonista na TV.

Tenho muito carinho por Cordel Encantado e acho que foi uma novela importante para todo o elenco. O Jesuíno era um rapaz simples, que trabalhava na fazenda e, ao longo da história vai descobrindo que é o príncipe do cangaço. Ele era filho do Herculano, personagem do Domingos Montagner, que ficou conhecido pelo público nesse trabalho e foi um grande parceiro”, conta o ator.

As autoras também comemoram o fato de poderem rever o trabalho de Domingos, morto por afogamento, em 2016. “É o maior orgulho saber que foi em Cordel que ele se tornou conhecido. O nosso inesquecível capitão Herculano. Queria muito que ele estivesse aqui, festejando essa reprise”, diz Thelma Guedes.

ELENCO

A trama conta com muitos outros personagens que deram o que falar. Entre eles, Timotinho (Bruno Gagliasso), delegado Batoré (Osmar Prado),  Prefeito Patácio (Marcos Caruso),  Ternurinha (Zezé Polessa), Úrsula (Débora Bloch), Profeta Miguézim (Matheus Nachtergaele), Neuzinha (Heloísa Perissé), turco Farid (Mohamed Harfouch) e suas três esposas.

Também estão no elenco Nathalia Dill, Jayme Matarazzo, Maurício Destri, Luiza Valdetaro, Isabelle Drummond, Miguel Rômulo, Felipe Camargo, Lucy Ramos, Enrique Diaz, Luiz Fernando Guimarães, Luana Martau, Guilherme Fontes, Emanuelle Araújo, Emilio de Melo, Renato Góes, Paula Burlamaqui, Andréia Horta, Marcello Novaes, Berta Loran, Nanda Costa, João Miguel, Reginaldo Faria, Thiago Lacerda e Mariana Lima.

A HISTÓRIA

Tudo começa com um sonho de Miguézim, personagem de Matheus Nachtergaele, um pregador que vive no sertão do Nordeste brasileiro. Ele acredita que o devaneio é prenúncio de que um rei surgirá transformando tristeza em alegria, e fome em fartura.

Enquanto isso, no reino de Seráfia do Norte, na velha Europa, o rei Augusto (Carmo Dalla Vecchia), tem o mesmo sonho. Ao procurar o conselheiro Amadeus (Zé Celso Martinez) para ajudá-lo a decifrar seu significado, descobre que fará longa viagem ao hemisfério sul, e que um conflito o fará deixar por lá um bem preciosíssimo.

E graças a isso, esse lugar finalmente poderá conhecer a felicidade e a justiça. Augusto, sua mulher, a rainha Cristina (Alinne Moraes), e a bebê do casal, Aurora, viajam para o Brasil. Após uma tocaia armada pela Duquesa Úrsula de Bragança (Débora Bloch), a rainha morre, mas antes entrega a filha para um casal de lavradores, que passa a chamá-la de Açucena.

Sem saber que a filha sobreviveu, Augusto volta para Seráfia. Paralelamente, para proteger a mulher siá Benvinda (Cláudia Ohana) e o filho pequeno, Jesuíno, o cangaceiro mais temido do sertão de Brogodó, Herculano (Domingos Montagner) decide partir com seu bando e deixar a família segura e anônima em uma fazenda. Anos depois ele retorna para que o filho entre no cangaço.

Em paralelo a isso, o rei Augusto descobre que a filha pode estar viva e resolve voltar ao Brasil. O amor de Açucena e Jesuíno, que nem desconfiam de suas origens, acaba sendo o elo entre esses dois universos tão antagônicos. Mas o passado não se omite e traz consequências que desafiam a união dos dois.  



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