Bom Sucesso: Presença de Paloma faz Alberto “renascer”

Após comovente reencontro, Nana pede à costureira para voltar a trabalhar na casa


  • 06 de outubro de 2019
Foto: Reprodução Globo


A situação delicada de saúde de Alberto (Antonio Fagundes) na noite de Natal preocupou toda a família. Ele estava depressivo, fraco e chegou a desmaiar. Seu médico acabou armando uma espécie de quarto de hospital na casa.

Tanto que a durona Nana (Fabíula Nascimento) foi de carro, sozinha, a Bonsucesso, e conseguiu convencer  Paloma (Grazi Massafera) a ver Alberto. E o empresário praticamente “renasce” com a presença da moça.

Essa sequência deve ser exibida no dia 15 de outubro.

ALBERTO APÓS DESPERTAR COM PALOMA DO SEU LADO: “PALOMA, PALOMA... VOCÊ ME TROUXE DE VOLTA A VIDA E A ALEGRIA”

Como o livro O Conto de Natal, do Dickens, próximo a cama, Alberto tem devaneios com a história. “Estou na presença do espírito do Natal futuro?”, pergunta ele. O espectro balança a cabeça afirmativamente. “O que você quer me mostrar? Meu fim?”, quer saber ele. Nisso, o espectro tira o manto da cabeça revelando o rosto sorridente de Paloma. “Paloma!”, diz o empresário, emocionado.

Logo Alberto a questiona se ele morreu. “Não. Hoje não é dia de ninguém morrer. É Natal, Seu Alberto. Vamos festejar juntos”, fala ela. “Então é verdade, você voltou. Eu venci o espectro da morte. Ou seria um delírio, um sonho? Um raio de lucidez antes da despedida definitiva?”, deduz ele. “Que papo é esse, Seu Alberto? Esquece essa tristeza. Eu quero ver o senhor sorrindo de novo, reclamando de tudo, esculachando geral. Avante, Seu Alberto!”, pede ela.

A empolgação dela consegue arrancar uma risada iluminada do empresário. “Paloma, Paloma... Você me trouxe de volta a vida e a alegria”, diz. E os dois se abraçam, comovidos. Pouco depois, numa recuperação admirável, ele conversa empolgado com a costureira. “Eu achei que nunca mais ia ver você”, fala ele. “Eu fiquei muito magoada mesmo”, admite ela. “E com razão. O que eu fiz foi imperdoável e injusto. Fui covarde, aceitando uma chantagem sórdida, sem reagir”, fala.

Os dois colocam os pontos nos “is” sobre tudo o que aconteceu. “E eu fui orgulhosa, devia ter pelo menos vindo te ver. O senhor não merecia minha teimosia”, afirma ela. “Você não é teimosa, tem dignidade, é diferente. Depois do que fizeram com você nessa casa... Eu é que deveria ter ido até Bonsucesso”, diz ele, que quer saber quem a procurou. Paloma conta que foi Nana. E o empresário fica surpreso.

NANA À PALOMA: “DEPOIS DO QUE VI HOJE, ACHO QUE DEVO ACEITAR TODAS AS SUAS MALUQUICES, DESDE QUE FAÇA O MEU PAI FELIZ”

Nisso, entram Nana e Marcos (Romulo Estrela). “Pro senhor ver o que eu faço pelo senhor. E eu tô vendo que o Marcos e a Sofia tinham razão. É impressionante, Paloma, você tem o dom da cura!”, diz Nana. “Menos, Nana! Não tenho nenhuma vocação pra santinha milagreira”, rebate Paloma. “Ela só me trouxe um sopro de vida”, intervém Alberto. “Mais que isso. Amor”, emenda Marcos. Nana e o irmão se aproximam do pai, e Alberto dá a mão para os dois, que quase não seguram as lágrimas.

Logo Alberto diz que agora quer comer tudo o que tiver sobrado da ceia de Natal. Nana aproveita a deixa e chama Paloma para acompanhá-la até a cozinha. A costureira começa a preparar um suco para Alberto, mas Nana diz que a levou até ali por um outro motivo. “Lá vem. Pra quê?”, quer saber a costureira. “Pra te pedir um favor. Eu queria que você voltasse a trabalhar aqui em casa. Você aceita?”, indaga a executiva.

Paloma mostra-se surpresa. “Que foi? Que cara é essa? Eu quero sim que você volte a trabalhar aqui em casa”, repete Nana. “É que eu tô surpresa. Nunca pensei que fosse ouvir essa proposta, principalmente vindo de você”, diz Paloma. “Eu imagino. Mas por favor, faça isso pelo meu pai. Ele gosta tanto de você”, constata Nana. “E eu dele, mas não é uma decisão fácil depois de tudo que aconteceu nessa casa”, avisa a costureira.

Nana diz que sabe e que também nunca imaginaria pedir isso à Paloma. “Mas, depois do que vi hoje, acho que devo aceitar todas as suas maluquices, desde que você faça o meu pai feliz”, diz. “Não tem maluquice nenhuma. Tudo o que eu fiz pro Seu Alberto foi pra tentar que ele se divertisse um pouco”, rebate Paloma. “Se sentisse vivo?”, diz Nana. “Isso. Algum tipo de energia positiva”, fala a costureira. “Nunca acreditei muito nessas coisas, mas tenho que concordar que existe uma conexão entre vocês”, admite Nana, que ansiosa a decisão de Paloma.

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