Órfãos da Terra: Almeidinha pede para ter um filho com Zuleika

Veja a resposta dela, após um jantar pra lá de romântico!


  • 13 de maio de 2019
Foto: Reprodução Globo


Três anos após o casamento, Zuleika (Emanuelle Araújo) e Almeidinha (Danton Mello) vivem dias felizes.

Isso até o momento em ele faz um pedido emocionante para a amada.

Essa sequência está prevista para ser exibida no dia 20 de maio.

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Zuleika corta o cabelo com Laila (Julia Dalavia) no salão de Marie (Eli Ferreira). “Nunca pensei que casamento pudesse ser tão bom”, diz ela. “Seu primeiro marido que não te escute”, diverte-se Laila. “Nem todo mundo tem a tua sorte, de acertar já no primeiro”, fala Zuleika. Laila para um instante de pentear e olha para Jamil (Renato Góes), que está ali próximo entretido com o filho, Raduan.

Laila olha para os dois. “E Raduan veio completar nossa felicidade”, diz. Zuleika intervém. “Pois a minha já está completa. Não preciso de mais nada”, avisa. “Você não pensa em ter um filho com seu marido?”, quer saber Laila. “Deus me livre! Não tenho nem mais idade para isso”, avisa a mulher de Almeidinha. “Que é isso, Zuleika? Você ainda é moça”, afirma a jovem.

 

 

Mas Zuleika está decidida e rebate Laila. "Velha o bastante para ter juízo. Já tive uma filha, tá aí no mundo. Pronto, minha contribuição à humanidade acabou. Agora só quero aproveitar!”, fala. Mais tarde, em seu apartamento, ela já está no fim de um jantar à luz de velas com Almeidinha. “Dessa vez você se superou! Tava uma delícia!”, elogia ela. “Você merece!”, fala o delegado, que a serve de vinho.

Nisso, ele faz um brinde. “A você que me ensinou que dois é muito mais do que um! E ao nosso filho que virá nos ensinar que três é sempre mais que dois”, diz ele.

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Enquanto Almeidinha bebe o vinho, Zuleika põe o copo na mesa, desconfiada. “Filho? Que filho?”, pergunta. “Isso é o que eu queria comemorar hoje: um sonho. Está na hora de completar a nossa felicidade com um filho”, fala. Nisso, ele pega uma caixa na mesa e entrega à Zuleika. “Com todo meu amor”, fala. Zuleika abre a caixa, com certo medo, e vê dentro um par de sapatinhos de crochê para bebê.

Logo ela coloca a caixa em cima da mesa. “Achei que seria uma noite de amor. Não um filme de terror”, diz. Mas Almeidinha está animado. “É sério. Vamos ter um filho”, avisa ele. “Eu já tenho uma. Obrigada”, agradece ela. “Mas eu não tenho”, rebate o delegado. “Não precisa. Vai por mim. É que nem ter barco. Só quer quem nunca teve. E quem tem, finge que é bom pra não dar o braço a torcer”, diz ela.

Almeidinha não entende bem a “comparação”. “Um barco?”, diz. “Deixa que os amigos tenham, paguem as contas. E aí quando te der muita vontade, você pede emprestado, dá uma voltinha e depois devolve”, fala Zuleika. “Você está tripudiando dos meus sentimentos!”, diz ele. “E você dos meus! Eu já não queria casar. Tudo bem, topei e até aqui a coisa não degringolou. Agora, filho eu não vou ter, nem por decreto”, avisa.

Almeidinha fecha a cara nesse momento. “Não seja egoísta”, diz. “Você quer que eu acabe com a paz do nosso casamento por causa de uma fantasia infantil sua! E a egoísta sou eu?”, rebate ela. “Ter filho é sublime”, afirma ele, que tira os sapatinhos da caixa e põe-se a niná-los como a um bebê. “Já tenho uma criança pra cuidar. Você”, fala ela, sincerona. O delegado vira-se para a amada, com os olhos marejados.

 

 

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