Segundo Sol: Luzia é condenada pela “morte” de Remy

Família fica devastada, mas Ícaro e Valentim prometem provar inocência da mãe


  • 06 de outubro de 2018
Foto: Reprodução Globo


Nem mesmo o fato de Beto (Emílio Dantas) e Valentim (Danilo Mesquita) terem visto Remy (Vladimir Brichta) “vivinho da Silva”, vai salvar Luzia (Giovanna Antonelli) de novamente ser condenada por um crime que não cometeu.

Ao saber que o vilão não morreu, e que foi tudo uma armação, até a família Falcão se prontifica a ir no julgamento, em cena que será exibida a partir do dia 28 de outubro. "Se você acha que devemos ir todos no julgamento de Luzia, então nós vamos, Beto, tá decidido!”, diz Dodô (Zé de Abreu).

Naná (Arlete Salles) também concorda. “Eu já rezei tanto pra Remy cair em si, ter juízo, fazer a caridade de aparecer pra acabar com esse sofrimento!”, diz. “O jeito então é focar no bom senso dos jurados a favor de minha mãe”, fala Ícaro (Chay Suede). “Vamos confiar na justiça!”, completa Valentim.

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PROMOTOR: “ESSA MULHER É UMA ASSASSINA, UMA AMEAÇA À SOCIEDADE, VAMOS LIBERAR ELA PRA QUE VOLTE A MATAR, PRA QUE FAÇA A TERCEIRA VÍTIMA?”

No tribunal, todos não escondem o nervosismo. 'Tá me dando um embrulho no estômago de ver nossa mãe passar por isso de novo”, ressalta Manu. “Em mim também, piveta...”, concorda Ícaro. Próximo dele, Valentim também está inquieto. Ele esfrega o rosto, muito abalado. “Seja forte, Valentim, como sua mãe!”, diz Groa (André Dias). “Tô com muito medo por Zia”, fala Cacau (Fabíula Nascimento). “Acho que todos nós estamos. Olha, vai começar”, emenda Roberval (Fabrício Boliveira).

Luzia entra conduzida por policias, e olha emocionada para os filhos e para a família e amigos. O promotor começa a falar, afirmando que provará que a ré comeceu novo asssassinato, e que foi inocentada de forma errada no primeiro julgamento. Beto é uma das testemunhas chamadas. “Agora meu pai vai poder contar que viu tio Remy, que esteve com ele”, diz Valentim.

Manuela se anima. “Isso pode salvar nossa mãe!”, diz ela. “Beto Falcão, é verdade que a morte de seu irmão Remy foi uma farsa?”, pergunta a Dra. Guerra. “É verdade. Meu irmão Remy está vivo, isso eu garanto a todos, Luzia não esfaqueou, não matou Remy”, conta ele, causando surpresa em todos no tribunal.

“Como o senhor pode ter tanta certeza?”, quer saber a advogada. “Eu vi Remy, falei com ele, nós brigamos quando ele tentou fugir (ele mostra a cicatriz) isso foi decorrente da briga. Meu filho Valentim, que está ali, também viu Remy, inclusive tentou perseguir ele, mas não conseguiu, minha ex mulher Karola estava presente na briga”, fala

Mesmo depois do depoimento de Beto, todos continuam muito angustiados. “Essa mulher é uma assassina, uma ameaça à sociedade, vamos liberar ela pra que ela volte a matar, pra que faça sua terceira vítima?”, acusa o promotor. Luzia chora, Beto e a família se desesperam. “Eu tinha tanta esperança que Remy aparecesse, que tentasse consertar essa injustiça!”, diz Naná. “Você espera demais desse seu filho, aliás, de Remy não se pode esperar nada de bom, Naná!”, emenda Dodô.

VALENTIM PARA ÍCARO: “A GENTE VAI PROVAR QUE REMY TÁ VIVO, A GENTE VAI INOCENTAR NOSSA MÃE! TAMO JUNTO?”

Manu não esconde sua apreensão. “O que vai ser da gente, pirata, se nossa mãe for condenada?”. “A gente tem um ao outro, piveta, e tem tia Cacau, tem Beto, Groa...”, tenta acalmar Ícaro. A juíza pede silêncio e pergunta se os jurados já chegaram a uma conclusão. “Sim, excelência”, diz um deles.

E a juíza lê a decisão. “A ré Luzia Batista, acusada do assassinato do Remy Falcão, foi considerada, por esse tribunal, culpada”, fala. E ela continua lendo a sentença. “...feitas as devidas considerações e reiterando que o Tribunal do Júri reconheceu a ré Luzia Batista culpada, declaro, por sentença, a pena de reclusão por homicídio doloso fixada em 6 anos devendo ser cumprida no presídio”, atesta.

Aos prantos, Luzia diz: “Isso é muito injusto, eu sou inocente, eu não matei ninguém!”. Valentim segura Beto. “Não é possível... Eu não vou deixar que levem ela”, diz o músico. “Seis anos? Ela vai prum presídio?”, diz Manu, chorando. Ícaro esmurra a parede. “Que ódio!”, fala ele. Ao passar pela juíza, Luzia fala. “A senhora vai se arrepender, eu não matei ninguém! Remy tá vivo! Vivo! É muita injustiça!”.

Ícaro jogado num canto, em frangalhos, e Valentim se aproxima. “Hoje eu realizei o tamanho das atrocidades que fizeram contra nossa mãe. Me perdoe por ter duvidado”, diz Valentim. “Todo mundo duvidou. Eu também não acreditei nela, reneguei minha mãe duas vezes! É ela quem tem que perdoar a gente”, fala Ícaro.

E Valentim emociona Ícaro. “Pela primeira vez, hoje, aqui, eu senti que era filho dela. Posso lhe dar um abraço, meu irmão?”, pede. “Deve. Estou precisando muito também!”, fala. Os dois se abraçam e choram. “Mas agora, velho, agora acabou tudo, levaram nossa mãe embora”, diz Ícaro. “Acabou nada, tá só começando! A gente vai provar que Remy tá vivo, a gente vai inocentar nossa mãe! Tamo junto?”, tenta ser forte Valentim. “Sempre!”, emenda Ícaro.



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