Segundo Sol: Em enterro, Naná diz que Remy é filho de Nestor

Dodô e a família Falcão ficam consternados com revelação


  • 04 de setembro de 2018
Foto: Reprodução Globo


Se vivo, Remy (Vladimir Brichta) causava, mesmo morto, vai continuar tumultuando a trama Segundo Sol. Em sequência a ser exibida na semana que vem, durante o enterro do vilão, grandes revelações acontecerão na família Falcão.

A principal delas é feita por Naná (Arlete Salles), diante do caixão do filho, durante um ataque de ciúmes do Dodô (Zé de Abreu): Remy é filho de Nestor (Francisco Cuoco).

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NANÁ: “NESTOR TEM O DIREITO DE SE DESPEDIR, ELE É O PAI DE REMY”

Durante o velório de Remy, morto misteriosamente, mas tendo Luzia (Giovanna Antonelli) como a principal suspeita, após mais armações de Karola (Deborah Secco) e Laureta (Adriana Esteves), muitas lágrimas vão rolar, da própria “falsiane” Karola e de várias “Remyzetes” na despedida do garanhão.

Quando Nestor chega, logo Dodô já fica de cara fechada. “Esse aí não tinha nada que ter vindo em nossa casa num momento desses”, diz. “Nem numa hora como essa você é capaz de esquecer sua diferença com ele?”, pergunta Naná, brava. Quando o farmacêutico chora diante do caixão, novamente Dodô implica. “Esse Nestor é muito cara de pau”, fala.

Num momento reservado só para a família, Nestor fica num canto. Quando o caixão é preparado para ser levado, Ionan (Armando Babaioff), Valentim (Danilo Mesquita), Beto (Emílio Dantas) e Dodô se adiantam. Clóvis tem um ataque de choro e não consegue ajudar.

Nisso, Nestor se aproxima para pegar uma das alças. “Eu posso ajudar”, diz ele. “Era só o que faltava. Tire a sua mão daí”, ordena Dodô. Muito mal, chorando, o farmacêutico insiste. “Me deixe participar dessa homenagem, Dodô...”. “Já lhe aturei aqui a noite toda, se manque de uma vez, você não é da família!”, esbraveja o dono de restaurante.

Neste momento, Naná, arrasada, chorando, pede para Dodô parar com a implicância. “Custa ele ajudar?”, pede ela. “Custa! Não quero! Ele não tem o direito nem de estar aqui, quanto mais de segurar a alça do caixão!”, ressalta Dodô.

E é nessa hora que Naná explode. “Ele tem direito sim, ele tem direito de se despedir de Remy tanto quanto eu, porque graças a ele eu tive esse meu filho que eu tanto amei... é isso mesmo que vocês ouviram... Nestor é pai de Remy, ele é o pai de Remy!”, revela.

DODÔ: “VOCÊ NÃO FEZ ISSO COMIGO, NANÁ”

Em choque, Dodô não acredita no que ouve. “O que você tá dizendo, Naná?”, pergunta. “É a verdade”, responde ela. Dodô olha para Nestor e o indaga se ele sabia. O farmacêutico abaixa a cabeça, chorando. “Ele sabia, mas teve a dignidade de se calar, em respeito a mim... em respeito a você... Respeito, palavra que você desconhece, Dodô”, fala Naná.

Consternado, Dodô diz que ela não tem o direito de falar em respeito com ele. E atesta: “Quem vai levar o caixão sou eu, eu e minha família... Remy era meu filho, meu!”, fala ele. “Você tá certo, Dodô, ele era seu filho, foi você que ele amou como pai. Me desculpe”, diz Nestor, sem jeito.

O farmacêutico fala para Naná que é melhor ele ir embora, mas ela não permite. “Não, Nestor, você vai acompanhar seu filho até o fim, isso eu não vou deixar que lhe tirem. Vamos...”, pede ela. E ele segue atrás do grupo, por último.

 



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