Nathalia Timberg é ovacionada na estreia de Através da Iris

Na peça de Cacau Hygino, com direção de Maria Maya, ela vive ícone mundial da moda


  • 13 de outubro de 2018
Foto: Vera Donato/Divulgação


A estreia de Através da Iris, com a nossa diva Nathalia Timberg, foi pra lá de prestigiada, no Rio. Pelo Teatro Maison de France, onde a montagem está em cartaz, passaram nomes como Vera Fischer, Marcos Caruso, Betty Faria, Sérgio Marone, Zélia Duncan, Luciana Braga e Armando Babaioff.

A estreia da montagem também marca o início das comemorações pelos 90 anos de Nathalia, que serão completados em 2019. A dama dos palcos foi ovacionada ao fim do espetáculo.

Nathalia Timberg e Vera Fischer. Foto: Vera Donato/Divulgação

“Um privilégio ser contemporâneo de Nathalia, amigo, colega, espectador sempre. Ela é uma mestra, é uma aula magna que qualquer ator tem ao assistir Nathalia no palco. Iris é um presente para os olhos”, disse Marcos Caruso.

"Me emocionou muito, principalmente porque nesse momento que a gente está vivendo, onde a memoria está sendo esquecida, a gente precisa assistir a uma peça como esta para celebrar a vida e para se reconectar com os nossos. Nathalia Timberg em cena é uma instituição. Estou emocionado! E acho que renova os votos com a minha profissão”, afirmou Armando Babaioff.

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DOCUMENTÁRIO CÊNICO MOSTRA A TRAJETÓRIA DA NOVAIORQUINA IRIS APFEL, ÍCONE MUNDIAL DA MODA

Com texto de Cacau Hygino e direção de Maria Maya, o espetáculo, definido como documentário cênico, conta de forma original e moderna, com a utilização de muito videografismo, a trajetória de Iris Apfel, de 97 anos.

A novaiorquina ficou famosa depois de uma exposição de suas criações ousadas e excêntricas no Metropolitan Museum de Nova York, aos 80 anos. Um dos principais lemas dela é: More is more, less is bore (Mais é mais, menos é chato), uma brincadeira com a expressão Menos é mais.

A diretora Maria Maya e o autor Cacau Hygino. Foto: Vera Donato/Divulgação

A montagem, com direção de produção de Bruna Dornellas e Wesley Telles, é um elogio à liberdade de ser e de se expressar em qualquer fase.



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